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  A casa do samba virou a casa da adoração

Marcos Paulo Bin
Michael W. Smith com a camisa do Brasil na Praça da Apoteose. O cantor americano agradeceu a recepção calorosa dos cariocas e disse que voltará ao país em breve
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Mais famoso artista gospel do mundo, Michael W. Smith fez sua estréia em palcos brasileiros com um grande show na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, em 25 de agosto. Depois do Rio, o cantor e compositor americano – que já teve diversas músicas vertidas para o português por artistas brasileiros – seguiu com a turnê Healing Rain (Chuva Que Cura) para Belo Horizonte, São Paulo e Goiânia.

A Apoteose recebeu um público médio em tamanho, mas grande em animação, que saiu de diversos cantos do Rio de Janeiro e de outros estados. Três breves shows antecederam a entrada de Michael W. Smith. O primeiro foi de André Valadão, que se apresentou enquanto muita gente ainda chegava ao Sambódromo carioca.

Aline Barros veio a seguir, com a versão em português para Agnus Dei, um dos maiores hits de Smith. Depois, empolgou a platéia com um releitura hard rock para Fico Feliz. O clima de adoração, que tomou conta da noite, apareceu em Apaixonado, sucesso de mais recente CD, Som de Adoradores. Na banda, Aline teve a companhia do pai, Pr. Ronaldo Barros, na guitarra, e do filho Nicholas, de apenas 3 anos, que mostrou levar jeito para música em uma minibateria.

No embalo da crise política, a cantora vestiu-se com a bandeira do Brasil. Chamou ao palco o pastor Marco Antônio, da Comunidade da Zona Sul, igreja onde congrega, e juntos fizeram uma oração pelo país.

Kleber Lucas, o último convidado, mostrou no palco que é um grande performer. Como em seus mais recentes discos, o cantor e compositor apresentou seu lado roqueiro nas agitadas Vou Seguir com Fé, Nova Criatura e Incendeia, de David Quinlan. Um grande show que poderia até ser maior.

Cantor usa camisa de Robinho

Entre a saída de Kleber Lucas e a entrada de Michael W. Smith, passou-se um longo tempo. O locutor Caju, sem ter o que dizer, foi literalmente expulso do palco pela platéia, que exigia a presença do astro da noite. Quando Smith entrou no palco, por volta das 22h, a casa do samba virou a casa da adoração. A palavra “worship” (tradução em inglês para “adoração”) foi a mais usada pelo cantor, que não se limitou às músicas. Arriscou os manjados “oi” e “obrigado” em português, mas também conversou com a platéia, pregou e abençoou o Rio e o Brasil.

Correspondendo à expectativa dos fãs, Michael W. Smith apareceu no palco em ritmo frenético. Ao som de batidas eletrônicas, que introduziram o pop-rock Open the Eyes of My Heart, o cantor pulava e estendia os braços, usando uma jaqueta amarela com a palavra Brasil escrita em verde.

O clima roqueiro seguiu com Secret Ambition, que antecedeu o primeiro discurso da noite.

“Obrigado, Brasil, saudações dos Estados Unidos. Levei muito tempo para estar aqui. Peço ao Espírito Santo para impactar vocês de uma forma poderosa, que vocês saiam daqui diferentes. Estamos aqui para adorar”, disse Smith.

Depois de Here I Am to Worship, Michael W. Smith voltou a falar de adoração.

“Acredito que adoração é um estilo de vida. Chegou a hora de sermos a igreja no mundo”, conclamou.

A seguir veio um longo set de baladas, com Smith ao teclado. Começou com o sucesso Draw Me Close, cantado em coro pela platéia, e continuou com I Will Be Here for You, Friends ( Amigos, oferecida aos cariocas), Above All e Breathe. Metade do público cantou os sucessos Let It Rain e Agnus Dei em português e a outra, em inglês, para espanto de Michael W. Smith.

“Não importa qual a denominação. Todos temos uma coisa em comum: adoramos o Deus do universo”, afirmou.

Ao violão e de chapéu, em clima folk à Neil Young, Michael W. Smith tocou I See You e agradeceu a recepção calorosa dos cariocas.

“Acredito que vou ter que voltar aqui antes do que eu pensava”, disse o simpático cantor, para alegria do público. E completou: “Se eu não vê-los em breve, por algum motivo, nos veremos do outro lado desta festa linda”.

Com a camisa 7 do Brasil, escrita Robinho, Michael W. Smith pôs todo mundo para pular em I'm Free, última canção da noite.

“Não deixem esse fogo se apagar. Vocês fazem parte de uma revolução”, proclamou Smith, encerrando o show com a mão sobre o escudo na camisa da seleção brasileira e as mãos para o alto.


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