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  Brasil terá o melhor do metal mundial em setembro

Divulgação
O cantor David Coverdale deixou o Deep Purple na década de 70 para formar o Whitesnake, banda de hard rock que influenciou gerações
Por Jailson Roque
24/08/2005

O que as bandas inglesas Judas Priest – que refez sua formação original com a volta do carequinha Rob Halford, um dos melhores vocais de metal do mundo – e o Whitesnake tem em comum? Não muita coisa, além de serem duas das maiores bandas de heavy metal do mundo e o fato de fazerem shows juntas no Brasil, em setembro.

O Judas, com a volta de Halford, lançou Angel of Retribution , o melhor disco de metal do ano. Já o Whitesnake, do incomparável cantor David Coverdale (ex-Deep Purple), tem uma carreira brilhante comandada pelo vocalista. O Brasil pode se considerar um país privilegiado, pois será palco de um dos maiores encontros da música mundial. Os vocalistas das duas bandas já demonstraram interesse em participar de seus respectivos shows, o que seria demais pra qualquer fã.

As bandas vão se apresentar em setembro, em três capitais. Em Porto Alegre, o show acontece no dia 6, no Estádio Gigantinho; Rio de Janeiro, os metaleiros aportam no Claro Hall, no dia 8; e em São Paulo, os brasileiros do Angra abrem o show que acontece no dia 9, na Arena Skol Anhembi.

Judas Priest: geniais e polêmicos

Mesmo não tendo estilos iguais, as duas bandas influenciaram toda uma geração de roqueiros pelo mundo inteiro. O Judas Priest, com seu som visceral e seus vocais rasgados, revolucionou os primórdios do metal, no inicio da década 70.

O currículo do Judas é cheio de curiosidades, como, por exemplo, a acusação dos pais de jovens que se suicidaram por ouvirem as letras do grupo. O Judas respondeu a processos, mas foi inocentado.

Além disso, a banda possui o único homossexual assumido da cena metal mundial, Rob Halford, que também é conhecido por seu temperamento explosivo. Os ingleses ainda tiveram problemas com a mídia, que, que em 1988, deixou de acreditar na força metálica do grupo.

O Judas Priest vem ao Brasil com sua formação clássica: Rob Halford (vocais), Glenn Tipton (guitarra), K.K. Downing (guitarra), Ian Hill (baixo) e Scott Travis (bateria), os gênios do heavy metal. Nenhuma outra banda do mundo conseguir juntar tantos craques em seu grupo como o Judas fez. Os guitarristas são considerados os melhores do mundo e Halford dispensa comentários.

Esta é a primeira vez que os headbengers brasileiros vão poder curtir a formação original do Judas Priest – nas outras duas apresentações do grupo, as formações eram diferentes. Com isso, poderão ouvir grandes sucessos do novo álbum Angel of Retribution e relembrar velhas canções, como Breaking the Law , Living After Midnight e outras do álbum Painkiller , apresentado aqui no Brasil no Rock in Rio II.

Whitesnake: nada de farofa

O Whitesnake vem ao Brasil com a seguinte formação: David Coverdale nos vocais, Reb Beach e Doug Aldrich nas guitarras, Timothy Drury nos teclados, Marco Mendonza no baixo e Tommy Aldridge na bateria.

O som da banda é mais leve que o do Judas Priest, mas isso não quer dizer que não faça um metal de qualidade ou possa ter seu trabalho conhecido como farofa, termo usado pelos headbengers para definir bandas posers. Muito pelo contrário, o Whitsnake faz o hard rock clássico que inspirou diversos grupos atuais.

E Coverdale entende de rock como ninguém. O vocalista, que saiu da histórica banda Deep Purple em 1976, tratou logo de seguir um novo rumo e formou o grupo David Coverdale's Whitesnake, lançando o seu primeiro trabalho, Trouble , em 1978. O grande momento da banda foi em meados da década de 80, quando o WhiteSnake lançou Slide It In , de onde saíram os hits Love Ain't No Stranger e Guilty of Love .

A banda é uma das campeãs de troca de integrantes no mundo do rock, já tendo inclusive o seu término cogitado. Em 1987, Coverdale e sua turma alcançaram o topo das paradas com o sucesso Is This Love , mostrando que os rumores sobre o fim da banda não faziam sentido.

Depois de lançar o álbum Slip of The Tongue , de 1989 – que contava com o mestre das guitarras Steve Vai – a banda emplacou mais um sucesso, The Deeper the Love . Mesmo assim, o disco não fez o sucesso esperado e David Coverdale decidiu dar um tempo, sendo chamado em 1993 por Jimmy Page (ex-Led Zeppelin) para gravar o projeto batizado de Coverdale/Page. A experiência reanimou o vocalista, que em 1994 voltou com um Whitesnake totalmente reformulado e lançou a coletânea Greatest Hits .

A banda chegou a tocar no Brasil duas vezes: uma em 1985, depois que o Def Lepard desistiu de se apresentar no Rock in Rio, e em 1997, numa festa da rádio paulistana 89 FM, onde promoveram o lançamento de Restless Heart, Starkers in Tokyo , gravado de forma acústica no Japão.

Pela breve história desses dois mitos do rock, já se pode ter uma noção do que acontecerá no Brasil em setembro. A venda de ingressos já começou. É melhor se apressar.


 
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