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  Canecão assiste ao ecletismo de Zélia

Dani Jales
Um dos destaques do show de Zélia Duncan no Canecão foi a versão mais roqueira para o sucesso Catedral
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Por Dani Jales
19/08/2005

Depois de passar por Brasília, Petrópolis e São Paulo, Zélia Duncan mostrou aos cariocas a novíssima turnê Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band, que aportou no Canecão nos dias 13 e 14 de agosto.

Zélia está de volta ao pop depois de uma bem-sucedida passagem pela raiz da música brasileira, no CD Eu Me Transformo em Outras. Da turnê anterior, Duncan trouxe as melhores influências da MPB, fazendo de Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band o seu disco mais eclético.

“Eu não podia fingir que nada aconteceu. Os dois últimos anos foram muito intensos na minha vida – teve Eu Me Transformo em Outras, um show que fiz com Naná Vasconcelos cantando musicas do Itamar Assumpção. Agora eu precisava dizer que o leque se abriu, por isso o titulo do CD, disse Zélia, em recente entrevista ao U.M..

E Zélia Duncan tem mesmo motivos pra comemorar. Com um time de músicos versáteis e um leque variado de instrumentos, os arranjos do show estão especialmente caprichados e a sintonia é sem igual.

Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band
é um show essencialmente autoral, marcado por afortunadas parcerias. Além, é claro, de Christiann Oyens (Distração), no repertório estão presentes parcerias de Zélia com Lenine (Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band), Moska (Carne e Osso e Não), Pedro Luís (Braços Cruzados), Lucina (Eu Não Sou Eu), Beto Villares (Redentor), Mart’nália (Benditas) e Lulu Santos (Quisera Eu).

Dueto com filha de Itamar

A canção escolhida para abrir o show foi o samba Quisera Eu. Destaque também para a fundamental Catedral, que nesta turnê ganhou uma versão mais rock ‘n’ roll.

O show conserva um momento acústico, com Zélia sozinha apo violão, e um breve retorno a Eu Me Transformo em Outras, com as canções e Capitu.

O compositor Itamar Assumpção, presença constante na obra de Zélia Duncan, aparece com maior freqüência na turnê de Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band. No show do Canecão, além de cantar a consagrada Verbos Sujeitos, Zélia apresentou aos cariocas um pouco mais da obra do compositor paulista, cantando Dor Elegante, Tudo ou Nada e Vi, Não Vivi, primeira faixa de trabalho do novo CD.

Mas foi a belíssima Milágrimas que protagonizou um dos momentos mais emocionantes do show, quando Zélia chamou ao palco a cantora Anelis Assumpção – filha e parceira de Itamar – para um dueto sem precedentes.

O momento mais pop do show fica mesmo por conta de Vi, Não Vivi, um pop inteligente que já está entre as mais pedidas das rádios.

Antes de seguir com a turnê para outros estados, Zélia Duncan ainda presenteou os cariocas com um pocket-show gratuito no dia 18, na loja de discos Fnac do Barra Shopping. Para quem ainda viu, é um programa imperdível.


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