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  O filho do Síndico canta suas verdades

Divulgação/Márcia Tavares
Léo Maia levou sete anos preparando seu 1º CD, Cavalo de Jorge. “Queria fazer o disco do meu jeito”, justifica

Por Jailson Roque
14/07/2005


Bateria eletrizante, guitarras e violões envolventes, um baixo suingado, letras coerentes e apaixonantes, uma percussão de primeira, tudo contrastando com um vozeirão bem calibrado. Esse foi o resultado de um trabalho que durou sete anos e deu à luz Cavalo de Jorge (Indie Records), o primeiro CD de Léo Maia, filho do Síndico Tim Maia.

Léo Maia sabe que as cobranças em cima dele serão muito maiores em virtude de carregar o nome do pai, mas não se preocupa muito com isso. Há 15 anos tocando profissionalmente, o músico diz que Cavalo de Jorge é um retrato de tudo que aprendeu em sua estrada, fazendo bailes pelo Brasil e auxiliando o pai por trás dos holofotes, quando trabalhava como roadie da banda Vitória Régia.

“Dedico esse CD ao meu pai e a tudo que pude aprender com ele”, diz Léo.

E Tim Maia, onde quer que esteja, deve estar muito feliz mesmo. Cavalo de Jorge é realmente um presente. Léo mistura vários estilos dentro de uma base de soul muito concreta, além de ter uma proposta bastante honesta.

Acompanhado da “nata da MPB”, como o próprio Léo Maia define seus parceiros musicais, o cantor fez de Cavalo de Jorge um primor de melodias bem executadas. O CD tem 13 faixas, das quais nove foram compostas por Léo. Uma delas é História de Amor, tema da novela “Malhação”.

As outras quatro são de autoria de músicos da banda do cantor, como Flor de Laranjeira, de Alexandre Processo e Ubiratan Marques. Soul Plebe, música que já está tocando nas rádios de todo o Brasil, reflete o comportamento político de Léo, que se diz desiludido com o país.

“Eu era o tipo do cara que panfletava sem ganhar nem um tostão. Nunca ganhei uma camisa sequer, fazia porque acreditava, mas hoje estou muito triste com esses escândalos”, conta o guitarrista.

Mantenha o respeito

Léo Maia levou sete anos trabalhando em Cavalo de Jorge. O motivo para tanto tempo é que ele não abria mão de ter qualidade e de fazer um trabalho a seu modo.

“Levei muito não na cara porque queria fazer o disco do meu jeito. Sempre acreditei no meu trabalho”, explica Léo Maia.

Uma das palavras mais presentes no vocabulário e na conduta de Léo é respeito. Respeito pelos grandes nomes da música brasileira, que teve oportunidade de conhecer por intermédio de seu pai, respeito por si e pelo público.

“Já toquei até em casas vazias”, relembra Léo, que pode se orgulhar de ter cumprido seu objetivo. Cavalo de Jorge é um CD com vários estilos musicais diferentes mas com grande qualidade, veracidade e respeito ao ouvinte.


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