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  Um ciclo natural e muito original

Divulgação/Bárbara Villaverde
Marco Arruda e o latobanjo, um dos instrumentos originais utilizados pelo Projeto Ciclo Natural

Por Leisa Ribeiro
03/07/2005


O Projeto Ciclo Natural começou em 2001 com o objetivo de unir educação, arte e ecologia. Através das diversas atividades desenvolvidas, o projeto segue a sua missão. É uma linguagem nova e alternativa que encanta, sem contar que é deliciosamente musical.

A criação do Ciclo Natural foi inspirada em anos de estudos e experimentação em projetos como: Unicórnio (Grupo Alternativo de Teatro e Música de Santa Catarina) e Musikfabrik (Fábrica Livre de Construção Musical), uma parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Quem já assistiu à apresentação do grupo garante que é um momento mágico. Marco Arruda, um dos diretores do Ciclo, contou um pouco da história do projeto para o UNIVERSO MUSICAL.

“Pesquisamos e construímos instrumentos musicais alternativos, sempre buscando novos timbres e novas possibilidades, para trazer sensações diferentes ao ouvinte. Isso faz com que o som seja único mesmo quando se mistura ritmos tradicionais e folclóricos”, diz Arruda.

O primeiro CD, ainda independente, tem apenas sete faixas, mas já é fascinante e deixa um gostinho de quero muito mais. Confira o bate-papo na íntegra com Marco Arruda.

O que é o Projeto Ciclo Natural?

O Ciclo Natural é um projeto de arte-educação. Educação, arte e ecologia são o nosso tripé de trabalho, e a partir disso desenvolvemos diversas atividades como exposições, apresentações musicais, oficinas de construção de instrumentos musicais alternativos, narração de histórias musicalizadas, artes integradas etc.

Quem faz parte do projeto hoje?
 
O Ciclo é dirigido por Ciro Kastrup e por mim. Somos arte-educadores, músicos e construtores, mas sempre temos parceiros nas atividades que realizamos. Nas apresentações, contamos com participações especiais de Marcelo Portela, Reinaldo Gaia, Júnior Baiano, e nas oficinas, de Júlio Wenceslau; ator e diretor, Adhemar Gimenes, biólogo que contribui com o grupo; e Duda Itajahy, designer que faz toda nossa programação visual. E sempre estamos abertos a novas parcerias e projetos.

De onde e quando partiu a idéia de criar o projeto?

A idéia surgiu em 2001, para uma apresentação na semana do meio ambiente, em um shopping,  juntando Ciro Kastrup, Marco Arruda, Hélio Bentes, Lucas Kastrup e Pedro Caetano, sendo que os últimos três eram membros do grupo Ponto de Equilíbrio. Sempre tivemos a preocupação ecológica, pensando na transformação de cada indivíduo.
           
Existe algum patrocínio que banca o projeto?

Não. O projeto é completamente independente, nas suas ações e atividades. Sempre estamos buscando novos parceiros, novos caminhos. Aqui no Rio de Janeiro, o Sesc costuma fazer eventos conosco, principalmente o de Ramos, onde sempre estamos desenvolvendo novos trabalhos.

Então o projeto ainda não tem um lugar fixo para desenvolver suas atividades?
 
Ainda não temos lugar fixo, somos um projeto itinerante. Já realizamos atividades em escolas, clubes, condomínios, empresas, praças, parques, encontros etc.

Quem é o público do Ciclo Natural?

Todas as idades, crianças, jovens, adultos e idosos. Sempre direcionamos as atividade à devida faixa etária.

Como são as apresentações do Ciclo?

A apresentação musical é onde o público pode vivenciar e interagir com a música do Ciclo, juntando instrumentos especialmente construídos com outros convencionais, mostrando que tudo pode ser música.

Ouvindo o CD, percebe-se que os instrumentos de vocês são alternativos. Como isso funciona?

Pesquisamos e construímos instrumentos musicais alternativos, sempre buscando novos timbres e possibilidades, para trazer sensações diferentes ao ouvinte. São instrumentos de madeira, PVC, vidro, ferro, bambu e diversos materiais reaproveitados.

A última faixa do CD tem uma historinha muito legal, que parece dar uma lição de moral. Como foi a escolha dessa história e de quem é ela? A proposta de juntar música e histórias vai permanecer?

Sim, é a historia do Trenzinho Piuí, que o mostra buscando novas possibilidades, novos caminhos. É uma versão livre da história de Mémelia de Carvalho. Temos um projeto de fazer um CD com diversas histórias musicalizadas.

Quando deve sair um novo trabalho do Ciclo?

Estamos em processo de produção de um novo CD, compondo e arranjando as músicas, também construindo instrumentos novos para a gravação.

Como está agenda do Ciclo?

Acabamos de sair da Semana do Meio Ambiente, quando o Ciclo realizou vários eventos, junto a alguns Sescs. Em julho, vamos realizar uma exposição, com diversas oficinas, no shopping Barra World, todas terças, quartas, quintas e sextas-feiras. E nos dias 16 e 17 (de julho), vamos estar no Jardim Botânico, fazendo narração de histórias e apresentações musicais.

 
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