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  Entre o novo e o antigo

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O Rouge queria que seu novo disco tivesse apenas músicas novas, mas a gravadora queria uma coletânea. Elas conseguiram incluir 6 faixas inéditas em meio aos hits. “Para nós foi um trunfo”, conta Patrícia

Por Marcos Paulo Bin
26/06/2005


Uma coletânea e um CD de músicas inéditas num só disco. Assim é o novo trabalho do Rouge, Mil e Uma Noites, que acaba de chegar às lojas via Sony-BMG.

Das 14 faixas do CD, o quarto na carreira de Patrícia, Aline, Karin e Fantine, seis são novas. As oito músicas restantes são hits retirados dos álbuns anteriores, incluindo uma versão acústica inédita para o sucesso Um Anjo Meio Me Falar. O formato do disco foi a forma encontrada pelas meninas para conciliar seus interesses com os da gravadora.

“Era para sair uma coletânea com no máximo três faixas inéditas, como acontece com todo artista que já tem dois ou três discos lançados. Nós não queríamos. A princípio batemos de frente com a gravadora, pois já estávamos vendo músicas novas para um próximo CD. Mas depois vimos que eles tinham razão. Conseguimos colocar seis faixas inéditas, o que para nós foi um trunfo”, comemora Patrícia.

Para o Rouge, mostrar músicas inéditas neste momento é uma forma de provar para o público e a imprensa que o grupo não acabou, como foi especulado. Os boatos, segundo Patrícia, surgiram porque o quarteto está vivendo um período de transição desde o ano passado, quando saiu da produtora RGB e foi para a Arsenal (de Rick Bonadio). Além  disso, a gravadora delas, Sony Music, fundiu-se com a BMG.

“Isso tudo mexeu bastante conosco. Ficamos seis meses paradas, meio sumidas, esperando o que iria acontecer. Disseram que seguiríamos carreiras solo. Realmente fizemos algumas coisas sozinhas, mas o grupo não acabou”, conta Patrícia.

Para a cantora, os piores momentos já passaram. Mesmo assim, o quarteto ainda precisa vencer resistências, principalmente junto à crítica, e mostrar que os tempos de “laboratório televisivo” já passaram.

“As pessoas sempre nos colocam à prova, talvez por causa de nossa história, por termos surgido num programa de TV. Éramos muito pressionadas no início, mas com o tempo isso diminuiu. Hoje muitas pessoas nos respeitam e não nos vêem mais como uma banda de laboratório, um produto descartável, feito para vender milhões de um só disco, dar dinheiro a muita gente e depois sumir”, desabafa.

O próximo projeto do grupo é gravar um novo DVD, que também poderá sair no formato CD ao vivo. Seria o quarto disco audiovisual da carreira do Rouge, mas o primeiro realmente feito com esse propósito. Segundo Patrícia, a gravação poderá acontecer em um dos shows da turnê de Mil e uma Noites, com visual e cenário criados para a ocasião.

Referências musicais

A primeira faixa de trabalho de Mil e uma Noites é Vem Habib (Wala Wala), uma das seis canções inéditas do CD. Mantendo a proposta do grupo – melodia dançante, letra descontraída e apelo infantil – a música lembra Ralando o Tchan (Dança do Ventre), do grupo É o Tchan, pela temática árabe.

Mas Patrícia não gosta muito da comparação. Segundo ela, as referências para a música foram Rich Girl, lançada pela vocalista do No Doubt, Gwen Stefani, em seu disco solo Love Angel Music Baby, e Whenever Wherever, hit de Shakira.

“Nunca tivemos apelo sexual. Somos um grupo vocal”, esclarece Patrícia, que procura como referências vocais os grupos gospel americanos, os Backstreet Boys e o Roupa Nova.

Fantini também se mostra empolgada com a música gospel, mas brasileira. Fã de Peter Gabriel, Genesis, Sinned O’ Connor, Sade e The Police, ela conheceu o grupo feminino Voices através de Fernanda Brum, uma das solistas, e aceitou o convite para assistir à gravação do primeiro DVD das cantoras, realizada em abril, no Rio. Fantini conta que ficou surpresa com o que viu e ouviu.

“Me surpreendeu a qualidade vocal delas. Foi um presente que recebi conhecê-las, uma nova oportunidade que se abriu para mim”, acredita Fantini, que já foi da igreja Metodista e hoje é adepta do Movimento da Senda Interna da Alma (MSIA), seita fundada por John Roger em Los Angeles, nos Estados Unidos, e que, segundo a cantora, encara o cristianismo de forma mais científica, segundo o conceito de psicologia espiritual.


Veja mais:


   Disco:  Mil e uma Noites
     Ficha técnica, faixas e compositores

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