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  Rock romântico da Jovem Guarda completa 40 anos

Marcos Paulo Bin
Luiz Cláudio, vocalista dos Fevers: o grupo foi a melhor das quatro atrações na festa de 40 anos da Jovem Guarda
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Por Marcos Paulo Bin
21/06/2005


Na noite de 13 de junho, enquanto os roqueiros mais populares do Brasil animavam os jovens no Festival Vibezone, na Cidade do Rock (local onde foram realizadas as edições 1 e 3 do Rock in Rio), no Canecão era contada uma parte importante de toda essa História. Após percorrem um circuito pelos Sescs fluminenses, Erasmo Carlos, Wanderléa, The Fevers e os Golden Boys comemoraram na casa de espetáculos de Botafogo os 40 anos da Jovem Guarda, movimento musical que começou oficialmente com o programa de TV homônimo apresentado por Roberto, Erasmo e Wanderléa e é considerado o pai do rock ‘n’ roll brasileiro.

Os Fevers abriram a festa e permaneceram no palco acompanhando os outros artistas. Formado por músicos de extrema habilidade, tocando em clima totalmente rock ‘n’ roll (com toques de rock progressivo, dados pelo tecladista Miguel Ângelo), o grupo comandado pelo vocalista Luiz Cláudio foi a melhor atração da noite.

Entre os hits tocados pelo quinteto, formado ainda por Rama (guitarra), Liebert (baixo) e Otávio (bateria), estavam Esqueça, A Volta (atualmente fazendo sucesso em regravação de Roberto Carlos), Já Cansei (versão para It’s Too Late, grande sucesso de Johnny Rivers) e, a pedidos do público, Mar de Rosas.

Os Golden Boys vieram depois, com a infalível Alguém na Multidão. Proporcionaram um bom encontro com os Fervers na balada Devolva-me – famosa originalmente com Leno & Lilian, regravada com muito êxito por Adriana Calcanhotto em 2000 – quando aproveitaram para, num momento de ápice da “sessão nostalgia”, defender o movimento que ajudaram a criar nos anos 60.

“Na época da Jovem Guarda, o rock era romântico. Hoje está muito agressivo”, disse Renato Corrêa, que forma o grupo com os irmãos Roberto e Ronaldo.

É preciso saber viver

Ainda na praia do romantismo, Wanderléa subiu ao palco cantando Foi Assim, um de seus maiores sucessos. Alternou rock (Prova de Fogo) e balada (Ternura) até o inesquecível hit Pare o Casamento, quando deu lugar a Erasmo Carlos.

O Tremendão não estava em sua noite mais inspirada, mas atendeu às expectativas como principal atração da festa. Como Wanderléa, ficou ora no romantismo de Sentado à Beira do Caminho e Gatinha Manhosa, ora no rock de O Caderninho e O Calhambeque. No fim, chamou todos ao palco para a tão esperada jam section com Festa de Arromba, música-símbolo da Jovem Guarda. E, no bis, a música que representa o sentimento de paz-e-amor da era de Woodstock, vivida por todos eles: É Preciso Saber Viver.

Em um Canecão lotado, homens e mulheres de meia-idade ou idosos relembravam histórias e mostravam a filhos e netos o tal “rock romântico”, feito com leveza e inocência, diferente ao que os adolescentes estavam assistindo bem longe dali. Será que a Cidade do Rock não era o Canecão?


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