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  O estilo BEP de ser

www.blackeyedpeas.com
Os quatro integrantes do Black Eyed Peas pretendem seguir breves carreiras solos após a turnê do novo disco, Monkey Business

Por Leisa Ribeiro
16/06/2005

Eles chegaram em 1998. E vieram cavando o sucesso até que em 2003 conseguiram emplacar e vender 7,5 milhões de discos com Elephunk, indicado a quatro Grammys, um conquistado. Foram ao todo 18 meses seguidos nas paradas de sucessos.

Agora o Black Eyed Peas, formado por Will.I.Am, Apl.de.Ap, Taboo e Fergie, está lançando Monkey Business (Universal), um CD instigante, no qual as músicas formam seqüências que atiçam a curiosidade do ouvinte para saber o que vem depois.

A inspiração para o álbum veio do hip hop, mas o quarteto não pára por aí e investe no funk, se aprimora nas rimas e dá movimento à batida tradicional do ritmo. Don’t Phuk with My Heart é a música de trabalho, uma mistura de batidas com muito suingue que já conquistou o público e toca o tempo todo nas rádios jovens. Talvez isso se deva ao que Will.I.Am descreve como uma espécie de seqüência temática da faixa Shut Up, sucesso do álbum anterior.

Composto pelo quarteto, este trabalho mostra o amadurecimento musical do Black Eyed Peas. Justin Timberlake, que no disco anterior participou da faixa que levou o BEP às paradas, Where Is the Love?, desta vez faz coro em My Style, um hip hop muito sensual produzido por Timbaland.

As participações seguem com o fenômeno Jack Johnson, muito bem na ótima Gone Going; o mestre do funk James Brown, que deu a sua cara ao BEP em They Don’t Want Music; e Sting, em Union, feita em cima da base de Englishman in New York, um clássico da carreira solo do ex-vocalista do Police.

Confirmando a diversidade do grupo, há também a balada Don’t Lie e, para os funkeiros, My Humps.

Grupo vai se separar após turnê

Com inteligência e irreverência, o Black Eyed Peas conseguiu cativar um público que gosta de novidades constantes. À diversidade e riqueza rítmicas somam-se letras inteligentes, com mensagens pacifistas e positivas, sem enfatizar a violência, como faz a maioria dos artistas da geração do hip hop pós-Eminem.

Mas não foi tão fácil assim cair no gosto popular. Por causa desse estilo próprio, o grupo sofreu preconceitos por parte de alguns artistas conservadores, além de ter sido boicotado por emissoras de rádio por muito tempo.

As primeiras produções, Behind the Front (1998) e Bridging the Gap (2000), tiveram papel importante na conquista de popularidade e respeito nos Estados Unidos. Mas o sucesso só veio mesmo com o disco Elephunk, que começou a ser gravado em 2001 e sofreu diversas modificações até seu lançamento, em 2003.

Os integrantes do BEP pretendem se separar após a turnê de Monkey Business, para mostrar seus talentos individuais mundo afora e assim representar melhor o que Taboo chama de “nosso próprio estilo”. Vale lembrar que em 2004 Will.I.Am participou sozinho do CD/DVD Acústico MTV de Marcelo D2, fazendo um dueto com o vocalista do Planet Hemp no hit C.B. (Sangue Bom).

De acordo com o quarteto, a separação não significa o fim do Black Eyed Pies. A banda passou pelo Brasil em julho de 2004, durante a bem-sucedida turnê de Elephunk, e agitou cariocas e paulistas em ótimos shows.


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