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  Encontro histórico em palcos brasileiros

Marcos Paulo Bin
O sueco Eagle-Eye Cherry e a conterrânea Titiyo. Juntos, eles cantaram a música Worried Eyes, um dos destaques do show
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Por Marcos Paulo Bin
29/05/2005


Cerca de 4 mil cariocas tiveram a sorte de assistir ao encontro entre os irmãos suecos Eagle-Eye e Neneh Cherry no Claro Hall, no dia 27 de maio. Astros do pop mundial, os irmãos nunca cantaram num mesmo palco em sua terra natal.

O show era de Eagle-Eye Cherry, que divulgava seu terceiro CD, Sub Rosa (Universal), lançado em 2003 e considerado seu trabalho mais roqueiro. Neneh foi convocada no bis e cantou com o irmão duas músicas, entre elas Long Way Around, que eles gravaram juntos no segundo álbum de Eagle-Eye, Living in the Present Future (2001).

“Eles nunca cantaram juntos na Suécia. Lá sempre é um ou outro no palco. É um encontro histórico”, empolgava-se o jornalista sueco Henrik Jönsson, correspondente do jornal “Sydsvenskan”.

O encontro entre Eagle-Eye e Neneh Cherry ainda teve a participação do percussionista brasileiro Júnior, da bateria da Mangueira. Outra convidada foi a cantora Titiyo, também sueca, que dividiu os vocais com o anfitrião em Worried Eyes.

Esta é a terceira vez que Eagle-Eye Cherry pisa em solos brasileiros. A primeira foi no extinto Free Jazz Festival, em 1999, realizado no Rio e em São Paulo. A segunda foi há dois anos, quando, no Rio, Eagle-Eye cantou no mesmo Claro Hall. Ele ainda passou por Porto Alegre, Curitiba e São Paulo, em shows que foram sucesso de crítica e público. Desta vez, antes do Rio, o cantor passou por São Paulo e Espírito Santo. A turnê foi encerrada no dia 28, em Brasília.

A turnê da afirmação

A apresentação de Eagle-Eye alternou momentos de puro delírio com outros mornos, mas pode ser considerada surpreendente. Carismático, bom cantor e ótimo guitarrista, ele levantou o público com sucessos de seus três discos – quase todos cantados em coro pelo público fiel – e releituras para Beatles (Come Together) e Bob Marley (Roots, Rock, Reggae).

A música mais aplaudida foi a balada romântica Falling in Love Again, maior hit de Eagle-Eye Cherry, gravada por ele em seu primeiro disco, Desireless (1998). Destaque para o solo de órgão do ótimo tecladista Mats Asplen.

Mas os melhores momentos realmente foram os rocks, todos muito bons, lembrando um pouco Lenny Kravitz. Feels so Right e Are You Steel Having Fun?, com um show de Eagle-Eye e Mattias Thorel nas guitarras, levantaram a platéia e já valeram o espetáculo. O final também foi apoteótico, com Save Tonight, um dos primeiros sucessos do cantor.

Mesmo com três Grammys e dois Rockbjornens (o Grammy da música sueca) no currículo, Eagle-Eye ainda enfrentava o estigma de viver à sombra da irmã mais famosa. Mas a nova turnê mostra que o cantor já superou essa fase e hoje pode ser considerado um dos grandes nomes do pop-rock mundial.


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