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  Sem baterista mas com muito gás

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O vocalista Guto Dufrayer, na foto com a antiga formação do Gurus, diz que os fãs terão boas surpresas com a nova banda. “Eles receberão um presente maravilhoso, digamos que doce e rascante como um bom vinho”, filosofa

Por Marcos Paulo Bin
22/04/2005


A banda Gurus começou bem a carreira. Apenas um ano depois de gravar um disco independente, eles assinaram contrato com a Universal Music e, em 2003, lançaram o CD Ultra.Sensorial. A banda, formada na época por Guto Dufrayer (voz), Bege e Zav (guitarras), Tony (baixo) e Cláudio Sá (bateria), emplacou a música Até o Fim do Mundo na trilha da novela global “Malhação” e em uma coletânea européia.

Mas, por divergências entre os integrantes e a falta de estrutura interna para suportar o sucesso repentino, o quinteto se desfez, assim como o contrato com a gravadora. Agora eles estão de volta, com nova formação e preparando o terceiro disco.

Confira um papo com o vocalista Guto Dufrayer, único remanescente do grupo original, que fala do início do Gurus, o retorno e os planos para o futuro.

Como vocês chegaram à Universal e à gravação do primeiro disco?

Nós já tínhamos feito um disco independente, com produção do Marcelo Sussekind, em 2002. Estávamos entrando nas rádios do Sul do país e fizemos bons shows por lá, na época ainda com o nome antigo da banda. Daí a música Até o Fim do Mundo foi escolhida para ser tema dos personagens centrais de “Malhação” em 2003. Com isso, e a entrada de mais uma pessoa na banda, transformando-nos em um quinteto, entramos em estúdio, produzidos por Paulo Ivanotch, e iniciamos o tão emocionante Ultra.Sensorial. E enquanto gravávamos, por conta própria, a Universal nos convidou para conversar.

Quando lançaram o disco, como foi em termos de projeção? A gravadora ajudou em alguma coisa?

Xiii... (risos). Foi o seguinte: quando assinamos, a música já era pedida em rádios, pois tinha “falado” com a galera que assiste a “Malhação”. Daí retornamos ao Sul como uma “banda grande”. Isso tudo foi muito rápido e arriscado também. Quanto à postura da gravadora... Digamos que aplicou na poupança (risos).

Quais as principais conquistas da banda nesses tempos de Universal?

Nosso disco foi escolhido um dos melhores de 2003 pela “Folha de S.Paulo”, Até o Fim do Mundo ficou entre as músicas mais tocadas em todos os segmentos. Porém a ação da gravadora foi bem singela. Ah!, também ficamos 14 semanas no Top TVZ do Multishow.

Como e por que foi essa separação?

A separação foi em “alto estilo”. A gente já era amigo há muito tempo e o lance do sucesso batendo à porta, quando você não tem estrutura empresarial para isso, é muito perigoso. A gente estava na TV todo dia, nossa música estava acontecendo muito bem, mas não tínhamos empresário nem um planejamento de marketing para nos conduzir. Enfim, entre nós foi cada um querendo fazer um lance diferente e chegou o momento em que um olhou pro outro e falou: “basta!”. Foi bom, porque nos damos superbem até hoje.

Quando decidiram voltar?

Eu fui esfriar a cabeça pela Europa, conhecer um pouco do mercado de lá e ainda fui bem recebido pacas em Lisboa. A música Até o Fim do Mundo foi muito tocada por lá – nem a Universal de Portugal entendeu porque o álbum não foi lançado no país. Quando voltei de viagem, estava a fim de compor e gravar novamente.

Vocês mantêm a formação original?

Não, a formação atual é outra. É uma galera muito legal que já curtia o som da gente. Entraram na banda Prol (guitarras), Rangles (piano e violão) e Eliza Schinner (baixo). Não temos baterista, pois isso nos permite ousar mais em novas idéias. A coisa do batera é legal, mas fica muito limitado se você estiver a fim de “pirar”.

Quais são os planos para o próximo disco? Vocês já têm músicas prontas?

Queremos fazer um disco f..., tipo “um tapa e um beijo” (risos). Sim, já estamos com umas 50 músicas prontas. Todas são nossas, com parcerias variadas e inusitadas. Tem uma com Paulo Sérgio Valle, outras com o Carlos Maltz, e pode ser até que role uma com o Luiz Melodia, que curte o som da gente. Se tudo der certo, lançaremos no segundo semestre de 2005.

Vocês pretendem gravar o disco de forma independente e depois mostrar às gravadoras ou somente começarão quando fecharem contrato?

Estamos gravando a pré com um anjo da guarda em nossa produção, o Rodrigo Kuster, que trabalhou com Pet Shop Boys, Vinny Max e outros. Estamos conversando aqui e ali. Acho que vamos fazer uma coisa nova, tipo um investimento próprio e a gravadora entra como distribuidora. É melhor você saber que seu parceiro não te dá algo do que contar com isso e não ter, certo?
 
O que vocês têm feito no momento? Estão gravando, compondo, fazendo show?

Fizemos uns shows bem legais no início deste ano, mas agora demos uma trava para acabar de compor, selecionar o repertório e continuar a pré-produção do disco.

O que os antigos fãs podem esperar deste novo Gurus?

Hmmm... Eles receberão um presente maravilhoso, digamos que doce e rascante como um bom vinho. Creio que a galera pode esperar algo que vai fazer parte da vida dela por muito tempo. Somos uma banda de personalidade forte. E queremos o topo!!!

 
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