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  O novo representante da Música Preta Brasileira

Divulgação
Zé Ricardo e Jorge Vercilo em show no Teatro Rival, no Rio. “Vercilo abriu caminho para vários artistas novos, mostrando que é possível ter êxito nas rádios e em vendas sem uma gravadora”, elogia Zé Ricardo
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Por Marcos Paulo Bin
21/04/2005


Jorge Ben Jor, Tim Maia, Cassiano, Ed Motta, Sandra de Sá. Artistas que ganharam diferentes rótulos da mídia, mas que são unidos na mesma raiz musical: uma black music que fala português. Por que não dizer, então, que fazem Música Preta Brasileira? O nome, que deu título ao mais recente disco de Sandra de Sá e a um programa de rádio da cantora, está virando também um estilo musical.

E o mais novo representante desse “gênero” é Zé Ricardo, que está lançando seu terceiro CD e primeiro DVD, Zé Ricardo e Convidados Ao Vivo (Nega Produções/Indie Records). Somente agora despontando na grande mídia – Eu Não Te Amo Mais, dueto que faz com Djavan no disco, é sua primeira música a tocar com força no rádio – o cantor, compositor e violonista carioca ganhou notoriedade na imprensa como parceiro de Sandra de Sá e Toni Garrido, do Cidade Negra, no projeto intitulado exatamente Música Preta Brasileira. Um espetáculo no qual eles interpretam discos antológicos dos pais da black music tupiniquim.

“Fico feliz quando dizem que eu sou o novo representante da Música Preta Brasileira. Esse nome extrapolou o nosso projeto e o programa de rádio da Sandra para virar um estilo. Isso é uma vitória, pois o nome em português, em vez de black music, nos aproxima ainda mais do Brasil”, disse Zé Ricardo, no camarim do Teatro Rival, no Rio, momentos antes do quarto e último show de lançamento do CD e DVD.

A palavra aproximação é mesmo adequada para Zé Ricardo. O contato com Sandra de Sá e Toni Garrido ajudou a fazer dele um verdadeiro soulman. E também um showman no palco. Bom cantor, carismático e ao mesmo tempo elegante, com um gestual que lembra muito Marvin Gaye, Zé Ricardo está com show, repertório e banda redondos, além de ter o público nas mãos.

O cantor fala abertamente da influência dos amigos e da importância do projeto Música Preta Brasileira para esse momento de maturidade.

“O Música Preta Brasileira é a oportunidade que tenho para tocar e cantar com a minha madrinha, minha rainha Sandra de Sá, e com o Toni, que é um gênio no palco. É também a chance de ouvir discos antigos de Tim Maia, Jorge Ben Jor, o que sempre me faz aprender muito”, avalia.

Outro nome importante para o músico é Jorge Vercilo, com quem ele dividiu o palco do Rival, naquela noite, em três músicas. Zé Ricardo diz que o autor de Que Nem Maré foi um dos incentivadores de sua carreira.

“Quando o Jorge Vercilo fez sucesso com Leve, que gravou de forma independente, abriu caminho para vários artistas novos, inclusive eu, mostrando que é possível ter êxito nas rádios e em vendas sem uma gravadora. Ele é um grande amigo, uma pessoa generosa a quem admiro muito”, derrete-se Zé Ricardo.

Carreira passo a passo

No Teatro Rival, Zé Ricardo teve a sensação do que é ter êxito em rádio. A música Eu Não Te Amo Mais foi cantada em coro pelo público – incluindo o fã-clube de Jorge Vercilo, que compareceu em peso – repetindo o que acontecera nas três noites anteriores. Um fato que deixou Zé Ricardo emocionado, mas também o fez começar a pensar no futuro.

“Depois que sua música estoura, você tem um alcance maior, seu público triplica. A sensação é a de ver o trabalho realizado. Mas nesse mercado é assim: hoje você está na moda, amanhã some de novo. Eu acredito em construir uma carreira, creio no passo a passo. Os mestres da música tiveram estrada longa”, afirma o cantor, que, a contar pelo disco ao vivo e pelos shows, está seguindo direitinho a cartilha dos mestres.


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   Disco:  Zé Ricardo e Convidados Ao Vivo
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