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  O álbum fotográfico de Nádia Santolli

Divulgação
Nádia Santolli mudou bastante o visual, mas continua com a fé e a determinação que já demonstrava em seus tempos de AB Records

Por Marcos Paulo Bin
01/03/2005


Um pouco atrasada, devido aos muitos compromissos, e parecendo ainda pouco familiarizada com o tamanho do edifício do Grupo MK de Comunicação, Nádia Santolli chega à redação do portal Elnet para uma entrevista exclusiva ao UNIVERSO MUSICAL. Formada recentemente em Direito, ela é uma cantora bem diferente daquela que, há quatro anos, conversou com este mesmo repórter no pequeno escritório da AB Records, com seu primeiro disco embaixo do braço, em busca de um espaço no segmento musical que mais cresce no Brasil.

Com um visual fashion – cabelos curtos e bem penteados e roupa elegante – a carioca que viveu muitos anos em Brasília pede desculpas pelo atraso. Fala também de sua dificuldade em se adaptar à correria do Rio de Janeiro, onde está morando desde que foi contratada pela gravadora MK Publicitá.

Mas a determinação da hoje doutora e cantora conhecida parece a mesma daquela então caloura da faculdade e do mundo da música. Não demora muito para Nádia Santolli entrar no assunto principal da entrevista: o novo CD, Antes do Sol Nascer. É o terceiro disco de sua carreira, o primeiro pela MK e o primeiro ao vivo. São 12 faixas inéditas, assinadas por Nádia, Val Martins, Bispo Bené Gomes e Kleber Lucas, entre outros. Sozinha, a cantora compôs a faixa-título, que não apenas puxa o disco nas rádios como iniciou a conversa com o U.M.. Kleber Lucas, de quem ela foi backing vocal em Brasília, é o produtor do CD e assina algumas faixas, duas com Nádia.

Uma antiga amizade que virou música, e das boas. Antes do Sol Nascer é um disco de extrema beleza, tanto na concepção das letras como dos arranjos. Um trabalho que mostra uma cantora de voz potente, segura e amadurecida, que finalmente encontrou seu caminho.

“Este disco é a minha fotografia”, afirma Nádia.

É melhor que ela mesma termine de contar essa história.

Há quatro anos, você lançava seu primeiro CD, que trazia uma grande mistura de ritmos. O novo disco, Antes do Sol Nascer, é mais homogêneo. A que se deve essa mudança?

Todo início é um experimento. Não que fuja à sua personalidade, mas você não sabe o que vai tocar as pessoas. Como ministros de louvor, temos que saber como fazer isso, cada um à sua maneira. Meu primeiro CD foi uma tentativa de ser bênção na vida das pessoas. Por isso fiquei tão feliz com a música Antes do Sol Nascer, que eu compus; ela é a minha verdade. É uma música que fala da busca por Deus na madrugada, que vai de encontro ao conformismo, ao comodismo. É um desafio ir contra o seu eu, buscar algo além. Isso faz com que a pessoa acorde de madrugada, jejue. É uma música que tem um significado enorme na minha vida.

Quando você se refere a comodismo, fala também em compor mais?

Meus discos sempre tiveram músicas minhas. Também é isso, mas me refiro a evangelizar aquele que está ao seu lado, a cumprir o “ide” da Bíblia. Às vezes a gente quer libertar o Brasil, mas não fala de Jesus para o vizinho. A mesma verdade do púlpito deve prevalecer em nossas vidas.

No CD, você se coloca como uma ministra de louvor, como se estivesse em um culto liderando os músicos da igreja. Você costuma fazer isso?

É engraçado, porque eu nasci e me criei em uma Assembléia de Deus, que não tem a mesma cultura de Ministério de Louvor como outras igrejas têm. Sempre me vi uma cantora solo. Ao longo da minha caminhada, Deus me mudou. As pessoas têm me visto como uma ministra de louvor, o que ficou mais evidente neste disco. Eu me entendo como ministra porque não me limito às notas musicais, e sim à Palavra.

Na gravação do CD, você cantou com um grande coral, com muitos músicos. Foi uma experiência nova?

Não. Na minha trajetória, sempre cantei com banda e orquestra. Fiz parte da Orquestra Cristã de Brasília. Já estivemos até em Cuba. Minha experiência com músicos é antiga.

Como você encarou sua vinda para a MK e o disco ao vivo?

Era o tempo de Deus vir para cá neste momento e lançar um disco ao vivo. As pessoas podem dizer: “Todo mundo está cantando ao vivo”. Acho que isso mostra a necessidade das pessoas de conhecer a verdade do cantor. Não que isso seja impossível no estúdio, mas ao vivo é mais fácil de ser percebido.

Como surgiu o convite para vir para cá?

A dona Yvelise me conheceu no CD Vinho Novo – Adoração 13, do Ministério Koinonya de Louvor, onde fiz uma participação na faixa Disponível em Tuas Mãos. Ela diz que ali me viu como ministra de louvor e me convidou para ir para a MK. Fui contratada no início de 2004.

Por que o CD demorou tanto para sair?

Durante o ano passado, fiquei compondo e me envolvendo na produção. Também pedi à gravadora um tempo para terminar o curso de Direito. Gravamos o CD em Brasília, em outubro, na Igreja Batista Ebenézer, do pastor Jeová de Aquino, que muito me ajudou.


Continua...



Veja mais:


  Continuação da entrevista: “Quero ser bênção na vida das pessoas”
   Disco:  Antes do Sol Nascer – Ao Vivo
     Ficha técnica, faixas e compositores

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