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  Angra conquista definitivamente o público em sua primeira apresentação no Claro Hall

Carol Marques
No Claro Hall, o Angra prestou um tributo ao Pantera, além de tocar antigos e novos sucessos
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Por Carol Marques
31/01/2004


O público de 2.500 fãs tomou conta do Claro Hall na primeira apresentação do Angra na supercasa de show carioca, no dia 22 de janeiro. O número de pagantes deixou a banda impressionada, segundo comentário do próprio vocalista, Edu Falaschi.

Em duas horas e meia de show, o Angra executou com perfeição o set list fixo num repertório baseado nos dois últimos CDs de trabalho da banda, Rebirth e Temple of Shadows. Este último álbum vendeu 50 mil cópias no Brasil e já soma mais de 100 mil cópias vendidas no mundo.

Sucessos mais antigos não ficaram de lado

Às 22h45, o tema do seriado japonês Jaspion, Guerreiro Daileon, foi executado com direito a um divertido coro de fãs, acompanhando depois de uma longa introdução instrumental de Gate XIII e Deus Le Volt. Às 23h, o Angra aparece no palco, começando o show com a Spread Your Fire, seguida de Waiting in Silence, Acid Rain e Nothing to Say.

Os guitarristas Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro, sempre competentes, dominam o palco, onde o baixista Felipe interage discretamente.

Depois de um breve agradecimento, o show segue com a música Carolina IV, Angels and Demons, Wishing Well, Millenium Sun e Late Redemption. A seguir, uma séria de músicas melódicas a um passo lento, até que a banda quebra o silêncio com Angels Cry e dedica a próxima, Heroes of Sand, aos soldados brasileiros que estão em missão no Haiti.

The Shadow Hunter é executada com sucesso pelo Angra, com o vocalista Edu vestido de cavaleiro mascarado. A banda segue com a aclamada Rebirth, até fechar o set list com a superelaborada Temple of Hate.

A banda sai do palco e o público grita em coro por Carry On. E assim que retornam ao palco para o bis, o desejo do público é atendido e Carry On torna-se o ápice da noite, seguida do mais recente clássico da nova fase do Angra, Nova Era.

A banda surpreendeu com alguns covers, como a inusitada Hallowed Be Thay Name, do Iron Maiden, e a confusa Sad But True, do Metallica. Num mix instrumental de várias músicas da banda Pantera, houve também a homenagem da banda a Dimebag Darrell, morto a tiros por um fã no final do ano passado.

Num breve discurso, o vocalista Edu Falaschi agradeceu a postura dos fãs metaleiros brasileiros que demonstram, no comportamento, que esse tipo de tragédia não se deve ao gênero do metal, “como diz a mídia”, e sim a uma covardia do ser humano.

“Não há rótulo que justifique”, disse Edu, sendo muito aplaudido pelo público.

Banda segue para Europa e Ásia

A turnê “Temple of Shadows”, que já conta com mais de 20 shows no Brasil, totalizando mais de 60 mil espectadores, seguirá no começo de fevereiro com apresentações na Europa e Ásia.

A banda mostrou que não precisa provar que o Angra e sua “nova” formação estão bem, obrigado. Os destaques da noite foram para o vocalista Edu Falaschi, que evoluiu bastante ao tentar alcançar notas mais altas, e o baterista Aquiles Prester, que deu um verdadeiro show com suas baquetas gigantes e máscara de monstro. Foi um mega-show que contou ainda com efeitos pirotécnicos e de iluminação.


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