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  A nova realidade da indústria fonográfica

Alexandre Schiavo, vice-presidente de Marketing e Vendas da Sony-BMG no Brasil, acredita que mega-gravadora conseguirá dar conta do enorme cast. “Acho que temos o tamanho exato para atender a todos”, diz ele

Por Marcos Paulo Bin
25/01/2005

O ano de 2005 começa movimentado na indústria fonográfica brasileira. As multinacionais Sony e BMG já estão ocupando o mesmo espaço, na Praia de Botafogo, no Rio, antiga sede da Sony; a BMG deixou o prédio que ocupava, na Barra da Tijuca. Os releases dos discos lançados este ano já estão vindo com a assinatura das duas gravadoras, embora nas capas os nomes venham separados. As operações conjuntas só devem se iniciar realmente em março.

A nova companhia, chamada Sony-BMG, é dirigida por Franco Rosa, presidente da regional América Latina. Mas como ele fica locado no escritório de Miami, na prática quem comandará as ações da mega-empresa no Brasil será Alexandre Schiavo, vice-presidente de Marketing e Vendas.

Para Alexandre, a gravadora conseguirá suportar o enorme cast – que, a princípio, não será desfeito – sem perder em qualidade.

“Acho que temos o tamanho exato para atender a todos”, diz o executivo. “São mais de 50 artistas só no Brasil, o que nos coloca diante de um grande desafio. Mas estamos confortáveis quanto a isso. Temos excelentes profissionais. Agora, juntos, teremos departamentos de marketing, promoções e vendas maiores, bem como vários label managers. Temos uma estrutura montada para atender nossos artistas. E também vale lembrar que nem todos lançam discos todos os anos.”

Outra multinacional também está fazendo barulho. Em nota à imprensa, a EMI anunciou que foi a gravadora com maior crescimento no Brasil em 2004: um aumento de 30,9% em vendas. Segundo a multi, esses números a colocam em 2° lugar no mercado – posição que não era alcançada desde 1996 – com a marca inédita de 16,5% de market share, atrás apenas da Universal (1° lugar de crescimento, com 5%).

“Essa posição é resultado do trabalho iniciado por Marcos Maynard, que assumiu a companhia em maio. Maynard injetou sangue novo na EMI com: nova equipe, novas parcerias e contratação de novos artistas. E com muito trabalho e criatividade já obteve excelentes resultados. Em 2005, Marcos Maynard vai continuar trabalhando forte para o sucesso de novos artistas nacionais e internacionais e de grandes nomes da música mundial”, destaca a nota.

Maynard foi presidente da Abril Music, gravadora brasileira que decretou falência em 2003.


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