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  A brutalidade do lirismo

www.evanescence.com
A vocalista do Evanescence, Amy Lee, e seu visual que influencia a geração anos 2000

Por Leisa Ribeiro e Jailson Roque
22/01/2005

Se você não sabe por que as adolescentes estão andando com o cabelo vinho, saias de tule, botas de cano alto e muitas pulseiras ao mesmo tempo, então tome nota: uma das grandes responsáveis por este visual gótico atende pelo nome de Amy Lee, a vocalista da banda teen do momento, Evanescence.

A banda – que está entre as três mais baixadas na internet – lançou há pouco tempo o CD e DVD ao vivo Anywhere But Home (Sony), gravado em Paris. Mais de 25 mil pessoas assistiram à performance da mais nova queridinha do metal mundial, que apesar do peso das melodias não deixa de lado suas raízes fincadas na música lírica. Amy estudou piano clássico por nove anos e não pretende deixar o instrumento de lado em suas apresentações mundo afora.

A história do Evanescence é impressionante, considerando o seu humilde início, quando Amy e o co-fundador Ben Moody – que saiu do grupo em outubro de 2003, sendo substituído pelo guitarrista do Cold, Terry Balsamo – começaram a escrever e gravar juntos e só contratavam músicos para se apresentar ao vivo, poucas vezes por ano. Mas a banda só estourou mesmo depois de ter conseguido incluir duas músicas na trilha sonora do filme “Demolidor – O Homem sem Medo”, entre elas Bring Me to Life.

Hoje, além de Amy e Terry, integram o Evanescence John LeCompt (guitarra), William Boyd (baixo) e Rocky Gray (bateria).

Postura de palco impecável

Além do show, marcado por uma apresentação ímpar de Amy Lee e cia, o DVD de Anywhere But Home traz cinco clipes e os bastidores da ultima turnê, que incluiu Alemanha, Portugal, Atenas, Londres, entre outros. O disco audiovisual deixa dúvidas a respeito da gravação; é difícil saber até que ponto o show foi editado, principalmente quando se assiste aos ensaios incluídos nos bastidores.

Mesmo assim, a qualidade do trabalho causa admiração não só dos fãs como também dos críticos.O show mostra um Evanescence com uma postura de palco impecável, e um espetáculo visual encantador e sincronizado com a apresentação. Os riffs, apesar de parecidos, são muito bem elaborados e se distinguem ao longo das músicas – todas escritas pela vocalista.

Um dos pontos altos da apresentação – além do tema do filme – é a menos conhecida aqui no Brasil Tourniquet. Vale destacar também o momento em que Amy, ao piano, canta My Immortal – que, segundo a compositora, é a música do disco que menos tem a ver com ela. Para quem não sabe, Evanescence significa evaporar, desaparecer, e o CD/DVD consegue realmente evaporar, só que com o tédio.


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