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  Nightwish mais leve e comercial em show no Rio

Carol Marques
O baixista Marco Heitala foi ovacionado ao fazer os vocais de Symphony of Destruction, cover do Megadeth

Por Carol Marques
02/12/2004

O Canecão, no Rio, superlotou com 3.000 fãs alucinados da banda de metal melódico finlandesa Nightwish, no dia 30 de novembro. Apesar da falta de segurança, da grade de proteção ter cedido por causa das barricadas soltas e da má administração dos problemas por parte da produção, a banda subiu ao palco para a alegria do público, mesmo com quase uma hora de atraso.

O Nightwish veio pela terceira vez ao Brasil, desta vez para divulgar seu quinto álbum, Once. No Canecão, o que era a felicidade dos novos fãs (a maioria adolescente), que não conhecem a origem da banda, foi a tristeza dos mais antigos: a seleção das músicas. O set list foi extremamente fraco. A banda praticamente esqueceu o seu passado mais heavy, dos primeiros álbuns, executando um grande número de músicas calmas e chamadas pelos fãs mais aflitos de “baladas”, salvando-se apenas com as músicas Wishmaster e The Kinslayer.

“A banda ficou tão comercial com o lançamento do último CD que esqueceu de sua origem. Desrespeitou os fãs mais antigos, não tocando as músicas que lançaram e que marcaram de fato a carreira da banda”, lamentou a fã Raquel Soares, de 20 anos, publicitária, que acompanha o Nightwish desde a primeira vinda do quinteto ao país, em 2000, na turnê do disco Wishmasters.

Técnica perfeita

Já os novos fãs deliraram com a execução de músicas como Dark Chest of Wonders, I Wish I Had An Angel e, principalmente, o hit Nemo, primeira faixa de trabalho de Once.

Se não conseguiu empolgar os antigos admiradores com o repertório, pelo menos em termos musicais a banda criada pelo tecladista Tuomas foi tecnicamente perfeita, do início ao fim. A vocalista Tarja Turunen, mesmo sem se mexer muito no palco, dominou a atenção do público com seu vocal lírico soprano, em perfeita harmonia com o peso da guitarra de Emppu e da bateria de Jukka.

Turunen foi aclamada em coro pelo público por diversas vezes, dividindo a atenção no palco com o competente baixista Marco Heitala, que também fez os vocais em algumas músicas. No cover de Symphony of Destruction, do Megadeth, ele foi ovacionado pelos fãs.

Depois do Rio, o Nightwish seguiu para o Bar Opinião, em Porto Alegre. A turnê ainda passa por Belo Horizonte, no dia 3 (Marista), e São Paulo, no dia 4, com os ingressos do Via Funchal já esgotados.


Veja mais:


  Nightwish: uma breve biografia


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