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  LS Jack toca Rush à espera de Marcus Menna

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Sérgio Morel, Vitor Queiroz, Sérgio Ferreira e Bicudo farão shows tocando o repertório do Rush, enquanto esperam a recuperação do vocalista Marcus Menna para divulgar o CD Jardim de Cores. “Nosso novo disco tem muita coisa na linha do Rush”, diz Bicudo

Por Marcos Paulo Bin
02/11/2004

O vocalista do LS Jack, Marcus Menna – que sofreu uma parada cardíaca em julho, depois de uma lipoaspiração, chegando a ficar internado em estado grave – já está no Rio, após tratamento no hospital de reabilitação Sarah Kubitschek, em Brasília. Segundo a assessoria de imprensa da gravadora Indie Records, a recuperação do cantor é lenta, conforme previsão dos médicos, mas ele já demonstra sinais claros de evolução. Menna estaria até cantando com a banda todos os dias, “ensaiando”, dentro de suas possibilidades.

Enquanto aguardam a plena recuperação do cantor, os demais integrantes do LS Jack – que há cerca de dois meses lançaram o CD Jardim de Cores – montaram um projeto chamado Rush Cover Project, no qual tocam músicas da banda canadense, sempre citada pelo quinteto carioca como uma de suas principais influências. Em dois shows no Ballroom, no Rio, nos dias 7 e 14 de dezembro, Sérgio Ferreira (guitarras e vocais), Sérgio Morel (guitarra), Vitor Queiroz (baixo) e Bicudo (bateria) prometem lembrar antigos sucessos do Rush como Closer to The Heart e The Spirit of Radio, além de canções mais recentes, a exemplo de Ghost Rider e Earthshine.

Com esse projeto, o LS Jack retoma suas origens, antes de ter esse nome e ficar conhecido como a banda que tocava no programa de Xuxa. Entre 1994 e 1998, Sergio Ferreira (cuja voz, dizem, parece com a de Geddy Lee), Bicudo e Vitor fizeram algumas apresentações tocando músicas do Rush, no Brasil e até nos Estados Unidos. Nessa nova formação, o Rush Cover terá Morel dividindo-se entre guitarra e teclado.

“No nosso novo disco tem muita coisa progressiva, na linha do Rush”, afirma o baterista Bicudo.

Mais roqueiro e maduro

Jardim de Cores é o quinto e mais roqueiro CD do LS Jack. Com produção de Marcelo Sussekind – que já trabalhou com Capital Inicial e outras bandas de pop-rock – o disco chegou às lojas em outubro, enquanto a primeira faixa de trabalho, Meu Sossego, aportava nas rádios. A letra de Bicudo, Sérgio Ferreira e Marcus Menna parece premonitória: “Só eu entendo a minha solidão / Tomado pela sensação de não viver mais / (...) Quero viver mais / Eu só a toda pela contramão / Em busca de satisfação / E enfim viver mais”.

“As letras ganharam uma conotação diferente, uma força própria. Parecia que o Marcus estava prevendo”, diz Bicudo, ressaltando que foi unânime, entre a banda, a decisão de lançar o CD mesmo sem a presença do cantor, que já havia gravado as vozes. “Vínhamos trabalhando no disco. Quando aconteceu o acidente, ficamos abalados e paramos. Depois que ouvimos novamente as gravações, vimos que o trabalho todo estava ali, representado.”

“Quando o CD ficou pronto, fomos a Brasília mostrá-lo ao Marcus. Ele aprovou, dizendo que aquele disco o fazia feliz. Para nós isso é o suficiente”, completa Sérgio Ferreira, rejeitando as críticas que surgiram pelo fato de o cantor não ter participado da finalização do trabalho.

“Temos certeza total de que ele queria que continuássemos”, resume Vitor.

A banda considera Jardim de Cores seu melhor e mais maduro disco. Para Bicudo, as mudanças em relação aos álbuns anteriores, que eram mais pop, devem-se ao maior tempo que tiveram para preparar o CD.

“Acho que uma deficiência nossa eram as letras. Nesse disco tivemos um ano para trabalhar maciçamente. Conseguimos extrair o máximo de cada um e aglutinar pessoas com quem sempre quisemos trabalhar”, diz o baterista, reforçando a importância do produtor para a sonoridade roqueira de Jardim de Cores. “O Marcelo conseguiu captar o som que fazemos nos shows e transpor para o disco”.

Vitor lembra que a banda, ao iniciar a escolha do repertório para Jardim de Cores, tinha cerca de 50 músicas.

“Levávamos as músicas para casa e cada um dava suas notas”, conta o baixista. “Fomos para o estúdio com 14 músicas, mas achamos melhor ficar com 12. Todos os nossos discos anteriores, exceto Vibe, foram feitos na estrada. Assim é difícil, muitas vezes, retratar o que você quer dizer. Desta vez conseguimos nos preparar para isso.”

Vibe, que estourou a música Carla, foi o 3° e mais bem-sucedido trabalho do LS Jack, hoje beirando as 200 mil cópias vendidas. No disco seguinte, Tudo Outra Vez, a banda teve um retrocesso comercial, não ultrapassando as 50 mil cópias, embora a música Amanhã Não Se Sabe tenha tocado bem nas rádios. Para o novo CD, o (até o momento) quarteto prefere não criar expectativas.

“Depois do que aconteceu, os nossos sonhos mudaram. Primeiro quisemos que o Marcus ficasse vivo, depois que ele voltasse a falar e que conseguíssemos lançar esse disco. Jardim de Cores marca um novo momento para nós, e queremos levar isso pra frente. As vendas não são importantes. O que importa é estar feliz”, afirma Vitor.

Os fãs do LS Jack certamente estão felizes com o ótimo disco da banda e com a expectativa da volta de Marcus Menna.


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  Serviço: confira como serão os shows “Rush Cover Project”
   Disco:  Jardim de Cores
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