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  Uma roqueira alemã tiete de Fernanda Abreu

www.leafinn.de
Em passagem pelo Rio e por São Paulo, a alemã Lea Finn teve a oportunidade de conhecer melhor a música brasileira. Foi a um show de Fernanda Abreu e gostou. “Virei fã dela”, diz a cantora

24/11/2004

Pensar em banda de rock alemã e não lembrar dos Scorpions é improvável, impossível, como diria o Skank. Quando o assunto é cantora, Nina Hagen é a referência. Mas a nova revelação da terra da cerveja e do chucrute está bem longe, musicalmente, do hard rock do grupo de Klaus Meine e do rock lírico de Nina. A bela Lea Finn, de apenas 23 anos, também é roqueira, mas seu primeiro disco, One Million Songs (distribuído no Brasil pela Ouver) está mais para o pop juvenil.

Em outubro, Lea causou sensação em uma breve passagem pelo Brasil. Acompanhada do grupo carioca DKV, ela cantou em São Paulo para 10 mil pessoas num evento de uma rádio, fez pocket-shows e promoveu tarde de autógrafos. No Rio os compromissos foram semelhantes, mas parece que a cantora agradou mais do outro lado da Via Dutra. Aos ricos, pelo menos. No mês seguinte, ela estava de volta à Cidade Maravilhosa para ser a atração internacional de um torneio de pólo e golfe.

No Rio, Lea teve também a oportunidade de conhecer um pouco melhor a música brasileira que não chega lá fora. No Canecão, foi a um show de Fernanda Abreu e adorou.

“Fiquei maravilhada com a sua performance e seu público. Virei fã dela”, diz Lea, que ficou satisfeita com sua estadia no país. “Foi uma experiência indescritível, superou toda e qualquer expectativa. Tive acesso a programas de rádio, estúdios de TV e pude conviver, nos bastidores, com grupos tão importantes na música brasileira como o Capital Inicial e os Detonautas. Mas o mais importante de tudo foi a oportunidade de ter contato direto com o público. É muito bom sentir a energia que os jovens brasileiros, na sua alegria de viver, transferem para o ambiente.”

Romântica e politizada

O CD de estréia de Lea Finn é bastante agradável. Faixas como Lying, Anytime Again e Wonder Why são pop-rocks vigorosos, com riffs de guitarra bem interessantes. Find You, canção mais elaborada, com violoncelo, lembra muito Madonna, enquanto a balada The Day You Went Away faz uma viagem no túnel do tempo até o som oitentista de Cyndi Lauper. Mas Lea diz que seguiu outros rumos.

“Inegavelmente, Alanis Morissette, Jewel e Sheryl Crow foram as influências mais marcantes desse álbum”, afirma a cantora.

Lea é evangélica, mas as letras de suas músicas não falam de religião. A não ser um trecho de Wonder Why, em que ela diz “Graças a Deus estou viva”, e no título da música Eternity (Eternidade), que na verdade é romântica. E é o amor o principal assunto do disco. Mas não o único, ressalta Lea.

“Músicas como Modern Girl e Anytime Again refletem a ótica de uma jovem do novo milênio, enquanto Changes aborda as injustiças do nosso mundo. Lying, a primeira música a tocar nas rádios alemãs, é uma balada que logo me remeteu ao sucesso. Fiquei muito feliz quando soube que também tocou nas rádios brasileiras do segmento pop-rock”, comemora.

Um milhão de canções

Lea Finn começou a cantar aos 15 anos, fazendo covers do Nirvana. Não deu certo. Aos 16, ganhou um prêmio em uma competição de novos talentos e recebeu elogios da revista de rock Kuschelrock. Mas foi em 2000, aos 19 anos, que as coisas começaram a andar. Lea passou a cantar em clubes e estúdios alemães e a montar bandas com amigos.

“Comecei a fazer apresentações em diversos programas de televisão, principalmente em Hamburgo, e acabei chamando a atenção do selo Edel Records. Eles me convidaram para fazer o meu primeiro CD, One Million Songs, que recebeu boa aceitação da crítica e da programação das rádios da cidade”, recorda-se Lea, que é autora de algumas músicas do disco. Enquanto não chega a um milhão de canções, como sugere no título, ela já tem um bom cartão de visitas com One Million Songs.


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