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  Música pop da melhor qualidade

Reprodução
Colin Hay e Greg Ham numa fotomontagem do encarte do CD Brazil ’96. Sozinho ou com o Men at Work, Hay sempre teve uma grande receptividade no país

Por Marcos Paulo Bin
12/11/2004

O Men at Work é um dos maiores fenômenos da música pop mundial. Fatos e números comprovam que isso não é exagero. Bastaram quatro anos e três discos – Business as Usual (81), Cargo (83) e Two Hearts (85) – para a banda australiana comandada por Colin Hay colecionar um punhado de hits que nunca saíram das paradas, e que podem ser ouvidos das rádios mais populares às mais sofisticadas.

O primeiro disco vendeu 10 milhões de cópias mundo afora, puxado por pérolas pop como Down Under e Who Can It Be Now?. O single de Down Under e o próprio disco permanecerem no topo da parada americana durante 16 semanas, sendo desbancados apenas com a chegada de Thriller, de Michael Jackson. Com Who Can It Be Now? não foi diferente: a música virou hit e liderou paradas do Japão à América do Sul.

No Brasil, Colin Hay – que iniciou carreira solo em 87, com Looking for Jack – e o Men at Work sempre tiveram grande receptividade. O sucesso da música Into My Life, do segundo álbum de Hay, Wayfaring Sons (90), o trouxe ao país para participar do Rock in Rio 2, em 91. Sete ano depois, ao lado de Greg Ham, saxofonista e tecladista da formação original do Men at Work, Colin Hay voltou para uma vitoriosa turnê que rendeu o CD Brazil ’96. No disco, todos os sucessos da banda reunidos – algo que nenhuma coletânea conseguiu fazer – mais o hit solo Into My Life.

Em 2004, Colin Hay retorna à terra brasilis para divulgar seu oitavo CD solo, Man@Work, lançado em 2003 pela Compass Records em parceria com o selo do cantor, Lazy Eyes Records. Só este ano o CD chegou ao Brasil, distribuído pela Indie Records.

Como está estampado na capa, Man@Work marca uma fase mais acústica de Hay, que muitas vezes vem se apresentando sozinho ao violão mundo afora. A turnê começou ainda em 2003 e já passou por diversos países.

Só o Rio fica de fora

A passagem de Colin Hay pelo Brasil, este ano, está sendo bem generosa com os fãs. O cantor chegou ao país em 29 de outubro, e no dia seguinte se apresentou em Salvador. A turnê seguiu por Ilhéus (31/10), Uberlândia (04/11), Goiânia (05/11), Brasília (06/11), São Paulo (10/11), Curitiba (11/11) e Indaial, em Santa Catarina (12/11). Neste dia 13, o ex-vocalista do Men at Work faz show em Florianópolis, e no dia seguinte encerra a turnê brasileira cantando na cidade fluminense de Búzios. Por incrível que pareça, o Rio ficou de fora dessa.

O repertório dos shows é baseado em Man@Work, disco cuja proposta fica explícita já no título. A substituição do “at” pelo arroba, símbolo do e-mail (que em inglês lê-se da mesma forma), mostra que o australiano deu uma modernizada em suas músicas. Três hits do Men at Work aparecem em versões acústicas: Down Under, Overkill e Who Can It Be Now?. It’s A Mistake e Be Good Johnny ganharam nova gravações, que não diferem muito dos originais. Down Under aparece ainda numa segunda versão, desta vez com forte presença dos metais e participações da mulher de Hay, Cecilia Noël, e do grupo Wild Clams.

A carreira solo também foi repassada. Mas o cantor preferiu fazer releituras para canções menos conhecidas; Into My Life e Hold Me, os principais sucessos sem a antiga banda, estão ausentes. Beaultiful World, boa canção do disco Company of Strangers (2002), ganhou leves toques eletrônicos. Storm in My Heart (Wayfaring Sons) e Looking for Jack (Looking for Jack) foram regravadas. Somente Waiting for My Real Life to Begin aparece como veio ao mundo, no CD Going Somewhere, de 2000.

Colin Hay ainda mostra três canções inéditas, muito boas e coerentes com sua trajetória: Don’t Be Afraid, To Have And to Hold e Love is Innocent. O homem continua trabalhando, mas não precisa botar aquela placa de cuidado. O som de Colin Hay sempre foi e continua sendo um pop da melhor qualidade.


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