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  O alto astral e a boa música de Karla Sabah

Divulgação/Levindo Carneiro
Antes de lançar seu primeiro disco, Karla Sabah foi integrante do grupo Afrodite se Quiser, formou a dupla Badgirls e dividiu videoclipes

Por Leisa Ribeiro
18/09/2004


O drum ‘n’ bass surgiu nos guetos de Londres no início dos anos 90, trazendo uma combinação de reggae com as batidas do hip hop e tons eletrônicos. A essa mistura Karla Sabah juntou o suingue do samba e da bossa nova, sons tipicamente brasileiros, e lançou seu primeiro CD solo, intitulado Drum ‘n’ Bossa (Indie Records), depois de ter dirigido curtas-metragens, videoclipes e DVDs, além de ter sido vocalista do grupo Afrodite Se Quiser, nos anos 80. A primeira música de trabalho do disco é a releitura de Corações Psicodélicos, famosa com Lobão e os Ronaldos, que faz parte da trilha sonora da novela global “Senhora do Destino”.
Com muito bom humor, a cantora conversou sobre as surpresas de sua carreira com o UNIVERSO MUSICAL.

Quando você se descobriu cantora?

Acho que em casa, cantando pra minha família. Porque quando a Emilinha me chamou para fazer parte do Afrodite, eu era uma atriz que cantava e era insegura por ser jovem. Minha voz oscilava muito.

E depois do Afrodite?

Depois do Afrodite eu gostei da coisa e acabei, através do Fabio Barreto, me tornando Badgirl. Decorei uma música, fizemos um clipe e mostramos por aí. Através dessa fita, assinamos, eu e a Dani, um contrato com a Polygram e fizemos bastantes shows.

Mas por que a dupla não foi pra frente?

Entre a gravação e o contrato eu engravidei e tive o Bernardo, meu filho. Depois eu continuei a ser Badgirl, mas aí não foi como antes. Ainda tentamos ser as mascaradas, porque fomos convidada para desfilar no carnaval de 1997 pela Mocidade Independente de Padre Miguel. Ela até ganhou! Mas esse projeto das mascaradas foi muito curto, só durou o carnaval mesmo.

Foi a partir daí que você resolveu se dedicar a outras profissões?

Pois é. Dali eu já estava trabalhando como produtora. Como ser artista não dá dinheiro, e eu preciso de dinheiro porque trabalho desde os 14 anos e não sei viver sem ter trabalho, sou inquieta mesmo. Aí eu comecei a ajudar uma dupla de diretores de cinema, fui fazer produção pra eles, e comecei a me interessar por cinema. E sendo produtora eu trabalhava mais em casa e podia cuidar do meu filho.

Então tinha esquecido a música?

Eu nunca abandonei a música. Sempre fiz aula de canto e participei de alguns discos. Fiz o disco As Pulgas, da TV Colosso, fiz o disco do Cassiano, fiz muito vocal no disco dos Miquinhos Amestrados, jingles pra rádio... De uma certa forma eu nunca deixei meu lado rítmico abandonado.

O que você costuma dirigir?

Faço videoclipe, comercial de TV, CDs. Posso dizer que fui uma diretora bem-sucedida porque tinha uma veia musical, e na edição das imagens essa parte é muito importante. Dirigi os DVDs de Jorge Aragão, Alcione e Alceu Valença.

Trabalhando tanto com música não dava vontade de cantar?

Dava. Ver os cantores trabalhando me deixava meio cantando em casa com a família de platéia. Aí começou a me incomodar; era aquela coisa de eu estar esquecendo esse lado que sempre foi maior em mim. Tanto que, quando fui ser atriz, fiz muitos musicais.


Continua...



Veja mais:


  Continuação da entrevista: “acho que não é um disco que está passando despercebido”
   Disco:  Drum ‘n’ Bossa
     Ficha técnica, faixas e compositores

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