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  Gil desiste de gravar sambas e relê seus sucessos em CD ao vivo e DVD

www.gilbertogil.com.br
Gilberto Gil na turnê de Kaya N’Gan Daya, CD no qual homenageou Bob Marley. Em seu novo show, Gil volta a cantar os clássicos de sua carreira, mas mantém a releitura de Three Little Birds

Por Marcos Paulo Bin
04/09/2004

Depois de apresentações em países da Europa e uma breve passagem por São Paulo, o novo show de Gilberto Gil, Eletracústico, chega ao Rio de Janeiro nos dias 10, 11 e 12 de setembro. As apresentações serão gravadas para o novo CD ao vivo e DVD de Gil, de mesmo nome.

O repertório do show é um passeio pela trajetória musical de Gil, desde os anos 60 e 70 (Soy Loco por Ti América, Aquele Abraço, Expresso 2222, Refavela) até chegar aos 2000, nas incursões que fez ao repertório de Luiz Gonzaga (Asa Branca) e Bob Marley (Three Little Birds). Com esse projeto, o cantor e compositor baiano repete em parte a fórmula de seu último trabalho, que também foi um CD ao vivo e um DVD gerados na turnê de Kaya N’Gan Daya (2002), nos quais, além dos clássicos de Bob Marley gravados naquele disco, ele apresenta alguns de seus reggaes. O novo disco também significa que o atual ministro da Cultura abandonou o projeto de um CD só de sambas, que já contava até com uma música pronta, Com Que Roupa, releitura de Noel Rosa incluída na trilha da novela “Celebridade”.

Desta vez, no entanto, além de o repertório ser mais amplo, Gil conta com uma banda mais enxuta, valorizando o lado percussivo. O acompanham Sérgio Chiavazzoli (guitarra), Marcos Suzano (percussão), Gustavo Di Dalva (percussão) e Cícero Assis (acordeom e teclado).

Em nota à imprensa distribuída por sua assessoria, o cantor explica o projeto Eletracústico:

“Trabalho fortemente marcado pelo diálogo entre percussão acústica (surdo, pandeiro, timbau, berimbau) e percussão eletrônica (máquina de ritmo, samplers, osciladores), a cozinha, a base – pela conversa entre violão, banjo, bandolim, acordeom, teclado e vozes, com seus sons naturais ou processados por midi eletrônico. No centro, o violão eletroacústico, o canto ferino, o balé felino e um repertório histórico.”

A indefinição agora fica por conta da produção, que estava a cargo de Tom Capone, morto em acidente de moto ao sair da cerimônia do Grammy Latino, realizada no dia 1º de setembro (clique aqui para ler a matéria). Capone produziu o CD Kaya N’Gan Daya, ao lado do próprio Gil.

Após a temporada carioca, o show Eletracústico segue para Nova York (21/09), Cidade do México (24/09) e Buenos Aires (20/11).


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