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  Um cabaré de emoções

Divulgação
Drum ‘n’ bass, latin jazz, hip hop, milonga, dub, MPB, organic house, acid funk... O Cabaret HiTec é tudo isso e mais uma boa dose de bom humor

Por Leisa Ribeiro
20/08/2004


Cabaré significa sedução, prazer, mas com um pouco de melancolia. High tech tem um pouco de velocidade com experimentalismo e miscigenação. Misturando tudo isso você encontra a banda Cabaret HiTec mesclando influências de drum ‘n’ bass, latin jazz, hip hop, milonga, dub, MPB, organic house, acid funk e psicodelismos afins, sempre em busca da inovação característica do high tech e da diversão proibida dos cabarés.

O vocal fica no comando de Fabrizzio; os acordes e a guitarra são de Zuzuwah; o baixista é o Boi; L’appat é percussionista e também vocalista; a baterista fica na resposabilidade de Moishhe; e os sons eletrônicos são dominados por DJ Spider. Eles são de Caxias do Sul, e não estão preocupados em definir o som da banda. Atuante desde 2001, o púbico da Cabaret aumentou com o lançamento do primeiro CD, em março de 2004, bancado pelo Fundo Prócultura, que financia projetos culturais em Caxias do Sul.

O álbum, chamado Complexo Lo-Fi, possui 15 faixas. Confira um pouco do que o Fabrizzio apresentou da banda para o UNIVERSO MUSICAL.

A formação da banda sempre foi à mesma?

É isso aí... Sempre a mesma formação, desde 2001.

Como foi que vocês se encontram e resolveram montar uma banda?

Bom, na real a idéia da banda existe já faz tempo. Em 1999, eu e o Moishe falávamos de montar algo e tal, mas ficava só na conversa, tipo colegas de colégio que se encontram depois de anos e combinam de fazer um churrasco que acaba nunca saindo. Até que em 2001 o Zuzuwah voltou de Londres, onde ficou por cinco anos, e, como ele conhecia todo mundo e veio pilhado, acabou realmente conseguindo juntar todo mundo. Ele, o Moishe, o L’appat e o Spider já tinham feito um esquema juntos, com uma banda de jazz chamada Dona Benta.

Como foi esse processo de construção?

Nos primeiros ensaios era só eu, o Moishe e o Zuzuwah. Depois o Moishe chamou o L’appat, e aí a gente tava sem baixista, quando uma amiga nossa falou: “Ah, meu irmão toca baixo”. E esse cara é o Boi. Foi engraçado porque ele era todo do hardcore e deu um peso legal pra algumas músicas.

E a escolha do nome?

O nome não foi muito difícil de escolher. A sugestão de Cabaret HiTec veio logo e o pessoal gostou. A idéia é remeter à diversão proibida, pouco fiel e de público variado dos cabarés e à modernidade e inovação do High Tech.

Você disse que o Boi deu um toque hardcore ao som da banda. Como foi definido o repertório que vocês tocariam?

O repertório foi surgindo à medida que a gente foi colocando nossos gostos musicais juntos. Todos da banda curtem sons que variam do clássico ao contemporâneo; aí fomos misturando nossos gostos e estilos e deu no que deu.

Não é difícil misturar tantos ritmos, como vocês fazen?

Isso é mesmo uma mistura violenta. Na real, é como eu falei antes: uma mistura dos nossos gostos, que são variados, mas sempre mantendo uma unidade característica do Cabaret. Uma música pode ser muito diferente da outra, mas nas duas você vai notar que é música do Cabaret e isso não é difícil.

As letras são escritas por todos vocês? Falam de que exatamente?

As letras são todas nossas, escritas por mim. Cada uma tem uma temática diferente, mas todas têm bastante metáforas para deixar o pessoal viajar nas interpretações. Aqui se reflete mais um pouco o ar do cabaré, porque cada letra tem um esquema diferente, assim como cada freqüentador do cabaré tem uma história em particular, apesar de ter algo em comum.

Como surgiu o convite para gravar o primeiro CD?

Não rolou convite. A gente resolveu gravar o CD pra poder divulgar nosso som, aí surgiu o Fundo Prócultura, daqui de Caxias do Sul, um projeto que financia cultura. Entramos com nosso trabalho e fomos aprovados; aí o fundo bancou a gravação, a parte gráfica e tudo mais. Foi bom porque deu para fazer um trabalho bem-feito, o que seria difícil conseguir se tivéssemos tirado toda a grana do nosso bolso.

Quanto tempo o trabalho demorou para ser concluído?

A gente ficou mais de um ano em estúdio, mas valeu a pena. Agora estamos acertando com uma distribuidora, mas somos nós que estamos correndo atrás de tudo. Totalmente independentes! Sem produtor, sem selo, mas aos poucos a gente vai conseguir.

Como é um show da banda? Vocês fazem cover?

O nosso show é uma pancadaria só! Tem uma pegada forte e a galera costuma agitar bastante. Mas também tem os momentos pra relaxar, pra viajar... Enfim, tem um pouco de tudo. A gente toca só as nossas músicas, nunca tocamos cover. Nada contra quem toca, mas vida de banda cover costuma ser curta e a gente se leva bastante a sério.

Quais os projetos da banda?

A gente está com o CD na mão e a nossa idéia agora é divulgar a banda o máximo possível. Estamos fechando com a distribuidora, agora buscamos meios de divulgar e tocar por aí. Portanto nos chamem pra tocar.


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