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  Em nome da memória da MPB

Divulgação
O disco Baiano & Os Novos Caetanos foi lançado pela Cid em LP em 1974 e, 20 anos depois, em CD
Chico Anísio costuma dizer que gostaria de ser reconhecido como um escritor que faz humor. Uma pena. Se ele preferisse pelo menos ser reconhecido como um escritor que faz música, o Brasil ainda poderia reverenciar a crítica bem-humorada e a deliciosa música regional que o autor de Rio Antigo (ao lado de Nonato Buzar) e outro comediante, Arnauld Rodrigues, faziam na dupla Baiano & Os Novos Caetanos.
Nascida nos anos 70 como uma sátira ao tropicalismo, a dupla formada por Baiano e Paulinho (personagens de Chico Anísio e Arnauld Rodrigues, respectivamente, no humorístico “Chico City”) trazia em suas músicas letras divertidas e engajadas e um instrumental de primeira, com belos arranjos de violões, sanfonas e cavaquinhos, entre outros instrumentos. Clássicos como Vô Batê Pá Tu, que fala das delações na ditadura, e Urubu Tá com Raiva do Boi, uma crítica à situação econômica do país e ao falso “milagre econômico brasileiro”, fizeram de Baiano & Os Novos Caetanos um nome significativo no universo do samba-rock e da música rural.
Quase três décadas depois, a Cid mata a saudade dos fãs reeditando o primeiro álbum da dupla, auto-intitulado, lançado pela própria gravadora em 1974 e relançado em 1994 no formato CD. O disco faz parte da série A Arte de..., que traz de volta ao mercado CDs de grandes artistas da MPB que estavam fora de catálogo. “Baiano & Os Novos Caetanos lembra a minha infância. Muitas pessoas, como eu, gostam de discos antigos, mas é difícil encontrá-los. Por isso lançamos essa série”, explica André Teixeira, de 26 anos, produtor artístico da Cid.
A Arte de... chega às lojas trazendo inicialmente outros nove volumes, que vão de Billy Blanco (Informal, de 96) e Marisa Gata Mansa (Encontro com Antônio Maria, de 97) a Cláudia Telles (Cláudia Telles Interpreta Nelson Cavaquinho E Cartola, de 95) e Paulinho Tapajós (Coração Poeta, de 96). Todos os CDs vêm com a foto da capa original, letra de todas as músicas e ficha técnica completa. Os mais antigos foram remasterizados. “Mantivemos até a ordem correta das músicas. As pessoas hoje preferem os discos originais àquelas coletâneas tipo varejão”, diz André, prometendo novos volumes conforme a demanda. Independentemente das vendagens, A Arte de... é um golaço da Cid, que dessa forma ajuda a preservar a memória da música brasileira. Público e músicos agradecem.


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