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  Um novo e diferente conceito de música instrumental

Rogério Botter Maio entre Manu Lafer (à esq.) e Danilo Caymmi, em um show da dupla numa rádio carioca, promovendo o disco Patriota

Por Felipe Resende
30/07/2004

Atualmente tocando com Danilo Caymmi e Manu Lafer na turnê do disco Patriota, recém-lançado pela dupla, o baixista paulista Rogério Botter Maio, como grande parte dos músicos brasileiros, principalmente os que se dedicam à música instrumental, tem encontrado mais respaldo para seu trabalho no exterior do que no Brasil. Tanto é que ele passou 12 anos lá fora, entre 87 e 99, tocando com nomes expressivos como Lionel Hampton, Paquito D’Rivera e Cláudio Roditi.

Em 96, em Nova York, Rogério gravou seu primeiro CD solo, Crescendo, totalmente autoral, com a participação de músicos brasileiros, cubanos, japoneses, americanos, argentinos, franceses e italianos. O disco, segundo o baixista, foi fruto de sua necessidade de se sentir mais próximo do Brasil e de aprofundar sua riqueza cultural.

“Durante as gravações, a ótima vibração, o calor humano e a participação dos músicos de sete nacionalidades diferentes refletiram, à sua maneira, a atmosfera brasileira, fruto da mistura de raças, e provam o quanto as fronteiras raciais são absurdas e deveriam ser desconsideradas”, diz Rogério, em seu site oficial.

Em 1999, já de volta ao Brasil, mais um disco autoral: Aprendiz. Em 2003, chegou ao país, via Lua Discos, o CD Transition, lançado originalmente em 98 por um selo japonês para o mercado exterior.

Variedade rítmica

Crescendo conta com várias participações especiais, entre elas a da cantora Jane Duboc, em Rendez Vouz, e do guitarrista Romero Lubambo, em duas faixas: Verde Músico e Balão. O CD apresenta uma grande variedade de ritmos, como valsa-rancho, em Quebra-cabeças; baião, em Balão; samba 3/4, em Verde Músico; e xaxado, em Voltando ao Fio da Meada.

Aprendiz teve como base gravações feitas ao vivo em São Paulo, em 1999. Algumas canções foram acrescidas em estúdio e outras foram mantidas intactas. Mais uma vez Rogério se vale de diversos gêneros musicais, como a toada, em Belluno; a valsa, em Ainda É Cedo; e a milonga, em The Other One.

Já em Transition, Rogério une seu baixo acústico ao piano de Dom Salvador e à bateria de Duduka da Fonseca, promovendo, como diz o músico em seu site, um “trio com um novo e diferente conceito de música instrumental brasileira”. Há composições próprias e de terceiros, como Tom Jobim (Ana Luiza) e a dupla Whashington e Young (Stella by Starlight, um clássico do jazz americano, gravado, entre muitos outros, por Stan Getz).

Sob a direção do samba-jazz, os temas apresentam solos e variações rítmicas baseadas no ótimo interplay dos músicos. Se neste CD é menor a variedade de ritmos mais conhecidos do público, o som produzido pelo trio, a qualidade dos arranjos e a performance dos músicos são, sem dúvida, merecedoras de audição atenciosa.

 
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