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O grupo Planta e Raiz na gravação do videoclipe de A Dois Passos do Paraíso, 1ª faixa de trabalho de seu 3º CD
Por Leisa Ribeiro

Eles adoram futebol, semanalmente jogam na quadra do Playbol do Bom Retiro, em são Paulo, e já enfrentaram as bandas de reggae Natural Reggae, Expressão Regueira e Adão Negro. Mas, em seu terceiro CD, De Cara pro Mundo (Indie Records), eles mostram que seu forte mesmo é o reggae, e que são fiéis ao ritmo de Bob Marley, o maior divulgador da cultura rastafari.

O grupo Planta e Raiz é formado por Zeider (vocal), Samambaia (baixo), Fernandinho (guitarra base), Franja (guitarra solo), Cuio (bateria), Juliano (percussão) e Osvaldinho (teclados). Eles começaram a carreira em 1998, apresentando-se em feiras, casas noturnas e bares na capital e no litoral paulista, tocando covers de Marley e Gilberto Gil. O primeiro álbum foi Que Brota da Terra, lançado de forma independente. Em 2002 saiu o segundo, Esse É O Remédio.

Agora confira um pouco do que pensam esses rapazes, que já alcançaram prestígio no meio musical a ponto de serem convidados para participar das comemorações dos 450 anos de sua São Paulo natal. Perceba também como o grupo fala de sua religiosidade, que, no CD, é expressada em músicas como É Preciso Perdoar e Glória A Deus. Alguns dos integrantes do Planta e Raiz freqüentam a igreja evangélica Bola de Neve, criada em 99 como uma dissidência do conhecido ministério Renascer em Cristo.

De onde surgiu a idéia de montar uma banda?

A idéia da banda surgiu através do Zeider e do Fernandinho, que eram amigos de escola e sempre se encontravam em baladas. Eles tinham algumas coisas em comum, entre elas o gosto pelo reggae. O Fernandinho, aos 15 anos, ganhou dos tios que fizeram uma viagem à Jamaica uns discos de reggae, e o Zeider, desde pequeno, sem saber porquê, sempre gostou de ouvir Bob Marley. Daí eles convidaram o Samambaia e o Franja, que eram amigos do bairro, para montar a banda. Logo após encontraram o Cuio, que estava vendendo a sua bateria e não queria mais tocar. Aí ele foi convidado para fazer um som e desistiu de vender a bateria. Após um ano, exatamente na mesma loja onde o encontramos, nós vimos o Juliano, que é o nosso percussionista. Hoje também contamos com o Osvaldinho nos teclados.

Na opinião de vocês, qual a diferença, para uma banda, de estar ou não está na mídia?

A diferença, basicamente, são as novas oportunidades de trabalho que surgem pelo fato de uma cidade tão distante ficar conhecendo o seu som pela televisão, por exemplo. E isso contribui para o fato de uma pessoa querer saber mais sobre o nosso trabalho, o que é bom para todo mundo: a gravadora vende CD, a gente faz show etc. Nós sempre fomos uma banda de estrada; desde o inicio a gente faz muito show em tudo que é lugar do Brasil.

Quais as influências da Planta e Raiz?

As influências são diversas. Vão do mestre Bob Marley, passando por Steel Pulse, Santana, Police, Jimi Hendrix , Tribo de Jah, Gilberto Gil, entre outros. E, fora do trabalho, a gente tem ouvido tudo isso e muita MPB, música cubana, jazz, blues e muito rock do Steve Ray Vaugaun. A gente gosta de aprender com música boa.

A banda já tem alguns fãs-clubes e fãs alucinadas. Vocês não têm medo de estourar e daqui a algum tempo não ter mais o espaço que têm hoje?

A gente não se liga no sucesso. Somos sossegados, humildes de coração e temos Deus em primeiro lugar. Isso faz com que a gente não se deslumbre com o espaço que estamos adquirindo, nem se afaste dessas pessoas que curtem tanto o nosso trabalho. Procuramos dar atenção a todas as pessoas, que acabam se tornando grandes amigos. Além disso, o reggae que a gente faz não é modinha passageira. É um som que temos certeza e fé em Deus que vai durar o tempo que Ele permitir. O nosso espaço está sendo conquistado com muito suor e honestidade, por isso é que estamos aí “de cara pro mundo”.

O que significou para a banda homenagear São Paulo nos 450 anos?

Foi muito legal prestar essa homenagem a nossa cidade, afinal somos filhos dessa metrópole. Nada melhor do que poder falar o que aprendemos e sentimos por ela através do reggae e também contar com a participação de pessoa ilustres como o Toni Garrido, Samuel Rosa e do Alexandre, do Natiruts. Para nós é uma honra ser considerada a única banda de reggae que está representando São Paulo no cenário nacional.

Qual o propósito do Planta e Raiz?

O nosso propósito é fazer muito reggae! Sair por aí! Sempre! E quando o Brasil ficar pequeno queremos tocar na Europa, América, Japão, e onde mais tiver espaço a gente vai querer mostrar o nosso trabalho com toda humildade e fé em Deus.


Veja mais:


   Disco:  De Cara pro Mundo
     Ficha técnica, faixas e compositores

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