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  Máquina de fundir sons

Cristina Mazelli, Vlad Alamar (à esq.) e André Brito no Café Teatro Papel Crepon, onde o Machiamundi fez seu primeiro show
Os cariocas do Machinamundi estão chegando para virar ao avesso o universo do pop-rock brasileiro. Criada há um ano por Cristina Mazelli (vocais), José Cláudio Castanheira (teclados), Vlad Alamar (guitarra), Celso Bollorini (baixo) e André Brito (bateria), a banda fez recentemente seu primeiro show, em um bar de Niterói, Rio de Janeiro, quando apresentou composições próprias e releituras de Magrelinha (Luiz Melodia), Janelas Abertas (Caetano Veloso) e Rádio Blá (Lobão).
Mas releituras de sucessos da MPB e do rock nacional não são novidade para o grupo, que, em seu primeiro CD-demo, auto-intitulado, apresenta uma versão roqueira para Geni E O Zepelim, de Chico Buarque. A idéia da curiosa releitura foi de José Cláudio, que acredita que o resultado casou-se com a proposta da banda: conjugar eletrônica, música pop, rock e MPB. “Misturamos um pouco de tudo”, conta Zé Cláudio, que também incluiu no CD uma versão instrumental à lá Prodigy para o clássico Chão de Estrelas, de Silvio Caldas e O. Barbosa, com direito a uma citação de Bebê, de Hermeto Paschoal. “Sofro muita influência da música instrumental, pois componho trilhas para cinema”, diz o tecladista, cuja última trilha foi para o curta “Reminiscência”, de Eduardo Nunes.
No restante do CD, estão cinco faixas compostas por integrantes do grupo, sempre seguindo a proposta de fundir vários ritmos: Amores Eternos, de Cristina Mazelli, e Instante Seguinte, Você Não Pode Ver (com uma citação de Superstition, de Stevie Wonder), O Melhor Momento e Você Diz Sim como Não, de José Cláudio. Além de ser o principal compositor do quinteto, o tecladista trabalha como produtor musical e arranjador do Machinamundi.

Em busca de espaço

O Machinamundi surgiu no final de 2001, quando a experiente cantora Cristina Mazelli – que chegou a ser indicada ao Prêmio Sharp de Música na categoria Melhor Intérprete – e José Cláudio, que já a acompanhava nos teclados, decidiram montar uma banda. Então chamaram Vlad Alamar, Celso Bollorini e André Brito e gravaram um CD-demo com sete faixas. O entrosamento veio rápido e, quando estavam prontos para encarar o público, fizeram seu primeiro show no dia 12 de outubro de 2002, no Café Teatro Papel Crepon, em Niterói, onde moram.
Com o CD pronto, José Cláudio começou a peregrinação em gravadoras, selos pequenos e produtoras. “Todos que ouviram gostaram muito do disco, mas a maioria não nos deu resposta. Diretores de gravadoras grandes e pequenas fizeram elogios rasgados ao nosso trabalho, mas disseram não ter espaço naquele momento para uma banda nova”, lamenta o tecladista.
Passado o estresse da primeira apresentação, a banda pretende dar continuidade aos shows, procurando mostrar seu trabalho a um maior número de pessoas. José Cláudio vê no aumento do número de rádios comunitárias e emissoras on-line uma saída para a falta de espaço no grande mercado. “Quanto maior o número de veículos alternativos, mais artistas chegarão ao público”, acredita.


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