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  A nova fase de Vinny

Divulgação/Adriana Pitigliani
Vinny afirma que seu CD anterior, Mix Ao Vivo, que trazia os principais sucessos de sua carreira, encerrou um ciclo. “Todos os meus trabalhos têm a minha a cara, mas o tipo de música que eu fiz já não quero mais fazer, porque não tem mais a ver comigo”

Por Leisa Ribeiro

Vinny mostra sua nova fase em A Mais Perfeita Forma de Amor (Indie Records), um trabalho que define muito bem o momento profissional e pessoal do cantor que já fez muita gente mexer as cadeiras. A primeira faixa de trabalho é Universo Paralelo, uma parceria com Bernardo Vilhena que já tomou conta das rádios brasileiras desde abril.
A turnê nacional de lançamento do álbum A Mais Perfeita Forma de Amor terá início em breve. Essas foram algumas das novidades que o cantor, compositor e instrumentista contou ao UNIVERSO MUSICAL no lançamento do CD no Espaço Indie. Além das músicas autorais, este trabalho também traz uma regravação, Romance Ideal, um dos grandes hits dos Paralamas do Sucesso.
Confira a entrevista.

Você faz questão de frisar que está vivendo uma nova fase musical. Qual a expectativa para este trabalho?

A expectativa é a mesma de sempre, que as pessoas ouçam e gostem. E que faça um relativo sucesso.

Como foi a elaboração de A Mais Perfeita Forma de Amor?

Na verdade esse disco foi o mais simples de todos. Tive bastante tempo para compor, e foi o primeiro que fiz em parceria com algumas pessoas que não tinha trabalhado, como o Bernardo Vilhena, o Vitinho (Vitor Queiroz, baixista do LS Jack), que é meu vizinho e amigo.

Pra você, que não gosta de compor em parceria, como foi essa experiência?

Com o Vitinho é simples, eu faço um churrasco lá em casa, vem ele e a mulher e acaba todo mundo tocando violão. Somos parceiros de convivência. Eu nunca fui bom mesmo de parceria e por isso nunca tive parceiros fixos.

Mas pretende fazer coisas novas com eles?

A gente já está fazendo outras coisas, porque não compomos para um disco especificamente. Compor é um exercício que vai rolando até que um dia alguém grava.

Como foi o processo de produção do CD?

Foi muito bacana porque eu já tive uma banda de rock antes da carreira solo, e agora esse pessoal se reencontrou no estúdio. E quem entrava lá tinha que tocar alguma coisa, participar mesmo.

Há um pouco mais de um ano você lançou Mix, que foi um CD ao vivo com as suas canções que se tornaram sucesso de público como Heloísa Mexe A Cadeira. Você considera aquele disco um divisor de águas na sua carreira?

Todos os meus trabalhos têm a minha a cara, mas o tipo de música que eu fiz já não quero mais fazer, porque não tem mais a ver comigo. Quando não toco Heloísa fica um clima antipático e dou um jeito de tocar, mas de forma diferente. Mix encerrou um círculo bonito, mas que ficou para trás.

Este é seu oitavo disco. Quais as diferenças que você vê entre esse e os outros para defini-lo como um recomeço?

As letras desse disco são muito melhores do que todas que fiz, é notório. Um amadurecimento rápido que você percebe ao ouvir cada faixa.

Segundo a MTV, o clipe de Universo Paralelo é um dos melhores da programação. Quem o produziu?

Eu. E pelo que vi essa é uma viagem sem volta; tomei gosto pela coisa do cinema, quero produzir outros. O clipe foi gravado em super-8 porque sempre tive essa vontade e acho que passa uma verdade, uma coisa de registro familiar. Invadi a Reserva da Barra e numa tarde gravei. Fiquei muito orgulhoso porque ele me representa.

Você não teme que o público não aceite esse novo perfil do Vinny?

Sempre existe a ansiedade porque a vida de cantor atualmente é instável, mas eu tratei de abstrair e fazer o que eu acho que sei fazer direito. Eu estou muito perto da minha família e dos meus amigos. Estou sentindo um amor sem pretensão, sem cobrança, e por isso fiz esse disco mais romântico. Falo de amor, mas de uma forma pessoal, com uma sofisticação que as músicas românticas nem sempre têm.

Mas é difícil falar de amor sem cair em um lugar-comum, não é?

Com certeza, mas minha música ainda se mantém parecida comigo. Lógico que a gente quer vender, mas se pensar só assim vou errar sempre e não quero. Às vezes não se tem uma história boa pra contar e é perigoso, porque você corre o risco de se repetir quando compõe sozinho. Outras vezes vejo uma cena de um filme e a música vem sem esforço nenhum.

Sua carreira também começou pelos barzinhos?

Foi sim. Eu tocava na noite e sofria muito. É uma carreira sinistra porque você ama aquilo que faz mesmo sem saber no que vai dá e quer obter resultados.

O lançamento do CD vai acontecer quando e onde?

Acho que aqui no Rio vai ser nas Lonas Culturais. Eu nunca fui às Lonas, mas dizem que é são lugares muito bacanas porque reúnem um público muito legal, num espaço honesto, com um som descente, e isso é difícil de encontrar. Também devo percorrer os Sescs. E o lançamento eu quero fazer com amigos no Ballroom ou no Garden Hall.



Veja mais:


   Disco:  A Mais Perfeita Forma de Amor
     Ficha técnica, faixas e compositores

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