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  Mais um em busca da independência

Divulgação
Djavan é mais um artista da MPB a sair de uma multinacional e abrir seu próprio selo, como fizeram Bethânia, Milton, Flávio Venturini, entre outros. O cantor garante que a companhia terá uma grande estrutura de vendas e divulgação

Por Marcos Paulo Bin

Depois de 22 anos como um dos grandes nomes da Sony – sendo um principais contratados da companhia, perdendo em “quilate” talvez só para Roberto Carlos – Djavan resolveu decidir sozinho os rumos de sua carreira. Em maio, o cantor alagoano divulgou sua saída da multinacional, ao mesmo tempo em que anunciou a criação de um selo próprio, chamado Luanda Records (Luanda é o nome de uma música do cantor, incluída no disco Seduzir). O primeiro produto da gravadora será Vaidade, próximo disco de Djavan, previsto para julho.

Procurado pela equipe do UNIVERSO MUSICAL, Djavan não quis comentar a decisão. Através de sua assessoria, o cantor informou que só falará sobre o assunto em julho, quando sair o CD. Mas, em nota, ele afirmou que a gravadora já nasce com uma grande estrutura, contando com promoção, vendas e distribuição em todo o país.

Djavan é apenas mais um artista da MPB que, insatisfeito com as multinacionais, resolver adotar o caminho da independência. Exemplos recentes não faltam. O mais bem-sucedido talvez seja o de Maria Bethânia, que primeiro trocou a major BMG pela brasileira Biscoito Fino e, posteriormente, criou o selo Quitanda – distribuído pela BF – por onde, inclusive, lançou seu mais recente CD, Brasileirinho. Flávio Venturini, Milton Nascimento e Danilo Caymmi são outros nomes que querem distância das grandes gravadoras.

Pela Sony cantor gravou seu 1º DVD

Djavan estreou na Sony, então CBS, em 82, após três LPs pela EMI (na época Odeon) – Djavan (78), Alumbramento (80) e Seduzir (81). O primeiro álbum pela nova companhia foi Luz, gravado nos Estados Unidos, trazendo a participação de Stevie Wonder no mega-sucesso Samurai. O álbum ainda trazia outros futuros hits como Sina, Pétala e Açaí.

Mas o grande estouro comercial do cantor alagoano só veio 17 anos depois, com o lançamento de seu primeiro CD ao vivo. Gravado no Teatro João Caetano, no Rio, o disco, duplo, trazia grandes sucessos de Djavan, tanto os antigos Samurai, Lilás, Flor de Lis e Fato Consumado como os mais recentes Oceano e Eu Te Devoro, além de duas inéditas: Acelerou, que lhe rendeu o Grammy Latino de melhor canção, em 2000, e Um Amor Puro, que chegou até a virar pagode na versão do Só pra Contrariar. Mesmo sem algumas músicas importantes da carreira dele, como Linha do Equador e Álibi, o CD ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas, rendendo disco de diamante a Djavan.

O último trabalho do cantor pela Sony foi Milagreiro, lançado em 2001. O principal destaque do disco – no qual Djavan contava com a presença dos filhos Max Viana (guitarra), João Viana (bateria) e Flávia Virgínia (vocais) – era a participação de Cássia Eller na faixa-título, mas a música que mais fez sucesso nas rádios foi Cair em Si. A turnê de Milagreiro gerou também o primeiro DVD de Djavan, sucesso de vendas até hoje.



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