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  Em busca da marca Tuneful Chaos

Divulgação
A banda Tuneful Chaos nos bastidores da casa paulistana Hangar 110. Após conquistar o cenário independente em Sampa, o quinteto está pronto para estourar em todo o Brasil com seu hardcore melódico

Por Leisa Ribeiro

A banda Tuneful Chaos foi formada em 2001, em São Paulo, mais precisamente no bairro da Freguesia do Ó. O quinteto, formado por Bill (guitarra), Douglas (voz), Henrique (guitarra), Juka (bateria) e Villas (baixo), faz um rock pesado porém melódico, com influências diversas mas uma sonoridade única. Em 2004, eles lançaram seu primeiro disco, Colecionando Regras, pela gravadora independente paulista F Records.

A banda foi descoberta por Francesco, dono da F Records, após participar de uma coletânea da gravadora, Músicas Bacanas para Pessoas Descoladas, lançada em 2003. Daí para a contratação foi um pulo.

Em um bate-papo descontraído, os integrantes do Tuneful Chaos contaram um pouco sobre a carreira da banda.

Por que Tuneful Chaos?

Chegamos ao consenso de que, por mais que não fosse um nome tão comum e fácil, tinha a ver com o que somos e acreditamos: fazer um som honesto e de qualidade e ao mesmo tempo nos divertir. “Caos afinado” é a tradução do nome. Para nós, quer dizer bagunça que a gente tenta domar.

Como vocês definem o som da banda?

É difícil definir qualquer tipo de coisa. Nosso som espelha mais o lado melódico do hardcore, e é algo que vai mudando conforme crescemos, tanto como músicos quanto como pessoas. Porém a banda não deixa de ouvir outros sons distantes dessa vertente e tampouco se bitola e estagna em modinhas.

Há quanto tempo a banda está na estrada?

A banda existe há pouco mais de três anos e sofreu apenas uma alteração: o Henrique entrou para substituir outro guitarrista que ficou dois meses na banda.

Como é o relacionamento entre os integrantes?

A gente foi aprendendo a tocar juntos. Sabíamos que teríamos uma “cozinha” entrosada e consistente, uma guitarra solta e voz. O som vai se desenvolvendo com o tempo... A gente tinha nossas referências, que também foram mudando com o tempo. E mesmo algumas músicas antigas já não nos agradam mais. Por sinal, são as mais próximas do que chamam de “hardcore melódico”.

O trabalho de vocês é todo autoral?

Isso mesmo, todas as músicas são nossas. No começo a gente se revezou nas composições, mas ultimamente está mais dividido. A maioria das letras é do Douglas e as músicas nós criamos individualmente e desenvolvemos em conjunto.

Que som vocês escutam?

A gente tenta ouvir de tudo e filtra o que gosta mais para desenvolver o nosso próprio som. É uma soma de tudo o que ouvimos e gostamos. Vai de Garage, Againe, QOTSA, Foo Fighters e outras milhares de bandas. Cada um tem e gosta de um estilo diferente. Rock clássico, metal, hc old school, melódico, entre outros. Quanto mais, melhor.

Como foi o processo de elaboração deste trabalho?

A gente acabou juntando o nosso material para poder lançar um CD. Não tínhamos a intenção de entrar em estúdio para fazer o disco. Fomos registrando em pacotes diferentes as coisas que tínhamos até chegar o ponto em que precisávamos “pôr pra fora” tudo aquilo. Alguns selos ouviram o CD, e recebemos uma proposta ideal do Fran (Francesco, proprietário da F Records) para lançarmos o CD. O resultado foi satisfatório. Talvez a única coisa que não agrada hoje é o fato de o CD ser montado por partes, o que acaba não refletindo exatamente o que a banda é e toca hoje. A música mais antiga do CD é do final de 2001, enquanto a mais nova é de 2003. Hoje já temos músicas que se diferenciam das primeiras, o que acaba tirando um pouco o tesão delas.

Quais as perspectivas da banda?

Somos uma banda que conseguiu crescer com um trabalho sincero, que conseguiu fugir de modismos. Não que o que está na moda seja ruim, não estamos julgando, mas acreditamos na nossa sinceridade para poder sobreviver por bastante tempo. E mostrar para as pessoas a nossa evolução é bastante importante para nos fixarmos como uma banda que participou da cena paulista e nacional. No final das contas, é ganhar respeito pelo que lutamos e conseguimos conquistar. Queremos construir a “marca” da banda. Espalhar o som por todos os lados, vender CDs, prensar mais uma leva, compor mais e tocar muito. Por enquanto estamos na fase de divulgar nosso CD e conquistar o público. Também temos a idéia de fazer um clipe ainda este ano.


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   Disco:  Colecionando Regras
     Ficha técnica, faixas e compositores

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