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  Rita Lee recebe o I TROFÉU UNIVERSO MUSICAL com humildade e simpatia

No Claro Hall, Rita Lee demonstrou mais uma vez seu bom humor. Depois de apresentar a banda, ela disse que era Luma de Oliveira, e o marido, Roberto de Carvalho (à dir.), seu bombeiro. “Também quero uma coleirinha”, brincou a cantora
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Por Marcos Paulo Bin

“Tá vendo, Nelsinho, eu sou MPB!” Foi dessa forma, humilde e bem-humorada, que Rita Lee contou ao compositor Nelson Motta que estava ganhando o I TROFÉU UNIVERSO MUSICAL de Melhor Música de MPB de 2003, por Amor E Sexo. A entrega ocorreu no camarim do Claro Hall, no Rio, no dia 8 de maio, após o show da cantora na maior casa de espetáculos da cidade.
O Claro Hall foi a segunda casa carioca onde Rita apresenta a turnê de seu mais recente disco, Balacobaco. A primeira foi o Canecão, em janeiro, abrindo a temporada. Rita Lee e sua ótima banda – formada por Roberto de Carvalho (guitarra), Beto Lee (guitarra), Dadi Carvalho (baixo), Rafael Castilhol (teclados), Cláudio Infante (bateria), Ari Dias (percussão) e Débora Reis (backing vocal) – não fizeram muito diferente do que haviam mostrado em Botafogo. A banda tocou os principais sucessos de Rita, mais algumas música do excelente Balacobaco.
O disco quase foi eleito o melhor de 2003 pelo UNIVERSO MUSICAL. Após muitas discussões, o troféu acabou nas mãos de Francis Hime, um verdadeiro maestro da MPB, em todos os sentidos. Ao saber que perdeu o prêmio para ele, Rita Lee mais uma vez esbanjou seu bom humor. “Esse eu ignoro, né, Nelsinho!”, brincou a cantora, às gargalhadas.

Bom humor dá a tônica do show

Assim como no Canecão, o bom humor de Rita Lee foi o grande destaque do show. Ao cantar Esse Tal de Roquenrol, ela pôs uma peruca e imitou uma tia que, segundo Rita, não sabia quem era “esse tal de rock and roll” quando o gênero explodiu com os Beatles. Em Erva Venenosa, ela novamente mexeu nos cabelos, mas desta vez do segurança, que estava na frente do palco.
Já em uma das músicas do novo disco, Tudo Vira Bosta – que já é engraçada por si só – Rita Lee pôs o Claro Hall todo para rir com os versos que diz ser “a filosofia da escatologia”. Em outra música nova, o sucesso Amor E Sexo, ela terminou de cantar colocando o microfone entre as pernas, simulando um gesto erótico.
Rita Lee também repetiu o set pauleira que fizera no Canecão. Mas desta vez ela foi além. Antes de fazer uma releitura para I Wanna Be Seddated, dos Ramones, a cantora jogou seus cabelos – agora curtos – para a frente, cobrindo os olhos, imitando os roqueiros. “Eu sempre soube que era a cara do Joe Ramone”, disse ela, para risos gerais.
Mas o momento mais divertido mesmo foi quando a cantora apresentou a banda. Depois de dizer o nome de quase todos os integrantes, ela resolveu se apresentar. E o fez, é claro, fugindo de todos os padrões. “Eu sou a Luma de Oliveira, e o meu bombeiro é esse aí”, disse ela, para a entrada no palco do marido Roberto de Carvalho, com quem é casada há 27 anos. “Também quero uma coleirinha”, emendou Rita, antes de dar um selinho no marido.



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