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  Nelson Rufino volta à indústria do disco recheado de romantismo

Reprodução
Em seu novo disco, Nelson Rufino não esquece do romantismo, marca registrada de sua carreira. “O romantismo está presente em minha vida desde a adolescência”, diz o sambista

Por Leisa Ribeiro

Veterano no mundo do samba, Nelson Rufino, ao longo de sua carreira, compôs muitos sucessos que foram gravados por Martinho da Vila, Alcione, Maria Bethânia e Zeca Pagodinho. Zeca, por sinal, foi quem trouxe a música de Rufino para as rádios novamente, quando gravou Verdade, que virou uma espécie de “hino” de sua carreira, e Pago pra Ver, em seu recente Acústico MTV.
No final de 2003, o compositor baiano lançou o CD Cadê Meu Amor? pelo selo Atração Fonográfica. Neste trabalho, Rufino faz uma viagem através de sua própria carreira: são 32 anos de música e 61 de idade. Mas, apesar de tanta experiência, Cadê Meu Amor? é apenas o quarto disco do sambista, trazendo composições do tempo dos Festivais dos Sambas de Quadra.
Rufino assina quase todas as 14 faixas do disco, algumas em parceria. Entre os parceiros, Celso Caçote (Eu Não Tenho Ninguém), Jorge Aragão (Deus Manda), Toninho Gerais (Pedaço de Emoção) e Taís Rufino (Cadê Meu Amor?). As músicas, segundo o cantor baiano, ainda têm cheiro de lápis e papel.
“A escolha das músicas para este CD foi uma coisa altamente democrática. Tanto que meus filhos, minha mulher, meus amigos, meu diretor executivo puderam dar sugestões, desde que, claro, a música sugerida se enquadrasse com meu jeito de cantar”, conta o sambista.

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O CD é o retrato do romantismo, falando de amor e de tudo que o envolve, como nas faixas Sedução, de Almir Guineto (com parceiros), e Orgasmo, uma parceria de Rufino com Liette de Souza. “O romantismo está presente em minha vida desde a adolescência. Quando me tornei compositor, o romantismo se transportou para meus versos. Mesmo que eu consiga compor o cotidiano, coloco uma pitada de amor”, explica Rufino, recordando que sempre observou suas amigas de infância, românticas por natureza.

Dividido entre o Rio de Janeiro e Salvador, há pouco tempo ele fez uma série de apresentações pelo circuito noturno carioca, começando pela Lapa. E ganhou também, no início de março, o prêmio de Destaque do Samba em 2003, entregue pelo programa “Samba.com”, da cantora Dorina. “Estou muito emocionado e feliz por estar aqui e conquistar mais essa vitória”, disse Nelson Rufino, na ocasião.



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