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  Consciência pop

Divulgação
O produtor e empresário da Popmind, Rodrigo Signorini (à esq.), no momento da assinatura do contrato com Silvio Pellacani Jr., presidente da Tratore, uma das principais distribuidoras do mercado independente brasileiro
Muito se fala na crise que vive a indústria da música no Brasil (e no mundo também), mas é muito importante separar a “indústria” da “música”. Enquanto a primeira realmente está falida – vítima de seus próprios erros e, vá lá, da pirataria – a segunda vai muito bem, obrigado. Tanto é que os shows dos grandes artistas estão sempre lotados, eles lançando discos que vendam muito ou não, e bandas novas surgem a todo momento, fortalecendo o cenário independente.
Muitas bandas não precisam nem ser contratadas por multinacionais para avançarem na carreira. É o caso da paulista Popmind, formada por Allê (vocais), Paulo Rodrix (guitarra), Sandro Paixão (baixo), Du Nalesso (teclados e backing vocal), Matheuzinho (bateria), Thiago Menê (percussão e backing vocal) e Eurico Silva (harmônica), todos da cidade de Espírito Santo do Pinhal, que fica na região de Campinas. A banda lançou em outubro de 2003 seu primeiro CD, Via Pop, pela gravadora indie No Meu Canto | music. Desde o início de março, o disco está sendo distribuído pela paulistana Tratore, conhecida como uma das principais distribuidoras do mercado independente, tendo em seu cast nomes como Elza Soares, João Suplicy, Fábio Tagliaferri, Sergio Dias e Autoramas, entre outros.
Para comemorar, a Popmind fará em maio um pocket show na livraria Fnac de Campinas. “A banda já quebrou as barreiras de Espírito Santo do Pinhal e está sendo notícia em várias regiões, assim como seus shows estão se expandido. A Popmind vem tocando em várias cidades do interior de São Paulo e sul de Minas Gerais, e até mesmo já abriu um show para o grupo Br’oz na cidade de São Paulo”, conta, empolgado, o produtor e empresário da banda, Rodrigo Signorini.
Rodrigo é co-autor e arranjador das 15 faixas de Via Pop, CD que mistura pop-rock, black music e baladas, e traz músicas como Festa Quente, Mau Vício, Gostar Mais de Mim e Por Aí... Pelo Mundo. “Popmind é a ‘consciência pop’, é ter a ‘mente pop’, uma ‘atitude pop’, explica o produtor. “A banda é grande, tem sete integrantes, e cada um tem sua própria visão do mundo, o que acaba refletindo nas composições e na sonoridade. Essa questão de assumir as diferenças e, acima de tudo, aceitá-las, é o que levou a banda a esta ‘consciência pop’.”

Esperança e persistência

Os integrantes da Popmind são amigos há mais de dez anos, desde os tempos de escola. Para o percussionista Thiago Menê, a amizade se transformou em música quando eles perceberam que as coisas estavam ficando sérias demais. “Aí sentimos a necessidade de juntar nossas forças para um ideal mais sólido”, diz Thiago. “Para mim, a amizade é o que sustenta, ou mesmo sustentou por todos esses anos a vida da Popmind. Esses caras sabem muito bem o que querem e não medem esforços para permanecerem na trilha, ou melhor dizendo, nas ‘vias’ que escolheram desbravar”, complementa Rodrigo.
Vias que, para o produtor, serão desbravadas com naturalidade, já que hoje o mercado fonográfico vai muito além das multinacionais. “Acho que os artistas são os mais privilegiados por esta crise, bastando apenas perceberem que a indústria não vive somente das majors, e que o mercado dito independente passa por um momento especial, em franca ascensão e se expandindo rapidamente. Nós, os ditos independentes, sem nenhuma dúvida, seremos o futuro. E um futuro não muito distante”, afirma ele, convicto.
Mas e os integrantes da banda, o que dizem? “Sonhamos alto, mas sempre com os dois pés no chão”, diz Thiago Menê. O baixista Sandro Paixão parece ser mais sonhador. “Se o homem é do tamanho dos seus sonhos, nós seremos grandes”, afirma ele. Rodrigo, no entanto, procura orientar a banda para não dar o passo maior que a perna. Segundo o produtor, a ansiedade é natural, mas a banda já atingiu uma maturidade tal a ponto de saber esperar o momento certo para as coisas acontecerem. “Digo sempre para o pessoal aguardar com a máxima serenidade possível a realização dos seus sonhos, assim como nunca perderem de vista a consciência de que o processo temporal que envolve uma carreira sólida e de fortes raízes é extremamente longo. Mas, enfim, a Popmind está aí, com um trabalho que pelo menos tem personalidade. Seus planos são muitos e com certeza vamos tentar colocá-los em prática”, diz Rodrigo, com uma esperança e uma persistência que já são meio caminho andado para quem almeja o sucesso.

 
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