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  Léa Mendonça dá novos ares à sua carreira ao completar 20 anos de ministério

Reprodução
Léa Mendonça foi ordenada recentemente pastora, mas para ela esse é apenas um título. “Sempre me considerei pastora, mesmo antes de ser ordenada”, diz a cantora
Não foi sem passar por dificuldades e provações que Léa Mendonça chega aos 20 anos de ministério. Essa palavra, alias, é bem apropriada para a carreira de Léa, que, nascida em lar evangélico, desde pequena canta na igreja, mas só começou profissionalmente no grupo Altos Louvores, em 1984. Desde então, não se limitou a soltar a poderosa voz para mostrar suas músicas: Léa Mendonça sempre foi uma pregadora da Palavra de Deus, onde quer que se apresentasse.
Recentemente, Léa foi ordenada pastora pela Igreja Batista Nova Jerusalém – ela inclusive participou do primeiro dos três discos lançados pela congregação que freqüenta. Mas, para a cantora e compositora, esse não passa de um título. “Sempre me considerei pastora, mesmo antes de ser ordenada. Fiz seminário, me formei bacharel em Teologia e sempre procurei aplicar todo esse aprendizado às minhas primeiras ovelhinhas, que eram os meus familiares”, conta Léa Mendonça. “Hoje pastoreio ao lado do meu esposo Sérgio, em uma igreja com quase 150 membros em apenas três anos de existência. Cantar, pregar, compor e pastorear é um ministério completo, e eu agradeço a Deus por tudo isso.”
Para comemorar os 20 anos de ministério, Léa Mendonça está lançando seu sexto CD, Louvor Profético, o quarto pela MK Publicitá. O disco traz várias novidades para a carreira da cantora – é o primeiro ao vivo, o primeiro em que trabalha ao lado de Kleber Lucas como produtor e marca um novo período em sua vida, no qual a adoração a Deus está em primeiro lugar. “Sempre gostei de cantar canções que trouxessem alívio espiritual para as pessoas, até que um dia dei por mim que adorava a Deus muito pouco. Tive um problema de anemia profunda e hemorragia duodenal que me levaram a ficar internada 12 dias numa clínica. Neste espaço de tempo aprendi a adorar mais. Essa nova roupagem no meu CD me garantiu mais unção e conseqüentemente mais vidas quebrantadas nos pés do Senhor”, afirma a cantora, que fez um disco de 12 faixas inéditas (oito delas autorais) onde prevalece o estilo pentecostal, de louvor e adoração. Um exemplo é Só Recebe Quem Crê, trazendo versos como “Aqui tem glória, tem virtude, tem vitória / Tem poder, tem maravilha e o milagre vai acontecer / A igreja ora e a doença vai embora / A situação melhora quando Deus manda poder”.

Ajuda de Kleber Lucas foi fundamental

Essa mudança, no entanto, não se deve apenas à doença. Léa conta que seu estilo e suas músicas não estavam agradando à sua gravadora, o que a fez passar por momentos de muita tristeza e até pensar em desistir da carreira. Essa fase difícil acabou transformando-se em música. Quando estava em Porto Alegre, a cantora compôs, sob lágrimas, Memórias, que, para ela, resume o período de humilhação que passou. “Eu precisava dar a volta por cima. Mais uma vez a Palavra de Deus foi fiel na minha vida, quando Ele diz: ‘os humilhados serão exaltados’. E eu fui, glórias a Deus!”, exalta Léa Mendonça, que na música escreveu versos como “Não vou deixar ninguém pisar nos meus sonhos / Nem roubar a minha fé / (...) Não vou entregar os pontos, não / Vou dar a volta por cima / Se tentarem contra mim, se preparem, vão se arrepender / Estou em Cristo, sou imbatível, é claro que vou vencer”.
Segundo Léa, Kleber Lucas foi fundamental para a reviravolta de sua carreira. “Nunca sonhei em ser contratada por uma gravadora. Esse sonho nunca foi meu, por isso nunca corri atrás. Era sonho de Deus. Certa vez o Kleber Lucas falou, usado pelo Espírito Santo, que existia uma bênção pra mim que estava retida, e que tinha chegado a hora de Deus liberá-la. E Deus realmente decidiu me abençoar. Ninguém o poderá impedir”, conta a cantora, aproveitando para elogiar Kleber na produção de seu disco. “O Kleber deu um novo sentido ao meu trabalho musical. O seu estilo jovem, arrojado, totalmente profissional, levou-me a me profissionalizar também.”
O tal “estilo Kleber Lucas” – que, além de produtor, é arranjador de Louvor Profético (ao lado de Rogério Vieira) – é facilmente percebido nas 12 músicas do CD, a maioria delas com ritmos bem animados. Além de Memórias e Só Recebe Quem Crê, vale destacar as faixas Eu Tomo Posse e Vamos Glorificar, especialmente pelo excelente naipe de metais – formado por Marcos Bonfim, Marcio André, Roby Olicar e Angelo Torres – que até chega a lembra a lendária banda Vitória Régia, de Tim Maia. Um belo disco, que certamente agradará ao “povão feliz”, apelido dado por Léa Mendonça aos evangélicos pentecostais.


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