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  Rock da melhor maneira possível

Por Leisa Ribeiro

A KiLLi é uma banda paulista com referências musicais que remetem a uma veia pop, tendo como resultado melodias marcantes. O grupo é formado por Mariana nos vocais, Paulo na guitarra e no backing vocal, Tavinho no baixo e Pou na bateria. Em compilações, a KiLLi merece destaque em Some Songs from The Place Where Everything Ends in Pizza, com a faixa Eu Não Gostei de Ver Você.
Para a gravação de seu primeiro álbum, após sondagens e propostas, os integrantes da banda optaram pela F Records, e 2003 gravam no estúdio El Rocha, em São Paulo, as músicas do CD já previamente intitulado Contando Os Dias, que conta com 19 faixas.
A banda bateu um papo muito agradável e descontraído com o UNIVERSO MUSICAL. Confira!


Por que KiLLi?


Pou: No início da banda, nosso antigo baixista encontrou em uma enciclopédia o nome Killimandjaro. Esse foi o primeiro nome da banda, que logo depois foi cortado ao meio, pois não se identificava nem um pouco com a gente.

Em que vocês se consideram diferentes dos demais grupos que estão por aí?

Pou: Acho que a maneira que a Mariana canta ou, como o Tavinho diz, somos chatos em fazer tudo da melhor maneira possível.

Vocês acreditam que existe uma tendência das novas bandas usufruírem de um rock pesado destilado no pop? Vocês ligam esse tipo de som, que rola atualmente, ao sucesso, por exemplo?

Tavinho: Não é proposital. Fazemos este tipo de som porque gostamos!

Pou: Nunca passou pelas nossas cabeças fazer um som que fizesse sucesso. Fazemos o que gostamos. Legal que a galera esteja curtindo nosso trabalho.

Muitas músicas do grupo falam de amor. Vocês diriam que, como roqueiros, tratam do tema de uma forma peculiar?

Pou: Acredito que falar de amor seja algo normal ou a maneira mais fácil de passar aquilo que estamos sentindo. É algo que todos sentem, diferente de raiva ou sofrimento. O que acontece é que muita gente acaba se identificando com esse tipo de letra.

Algumas faixas do cd são bem-humoradas. Isso reflete uma característica da banda?

Pou: A maioria das letras fala de algo que aconteceu conosco ou com alguém que conhecemos. A forma com que o Paulo descreve essas situações acaba dando esse ar de ironia.

O selo que lançou o CD de vocês é independente? Como é o trabalho de divulgação?

Tavinho: A F Records faz um trabalho sem igual! Acho que isso é essencial.

Pou: O Fran, responsável pelo selo, é muito dedicado e isso diferencia o selo dele dos outros. Sem falar que ele conhece meio mundo.

Quantas cópias de Contando Os Dias foram lançadas?

Tavinho: Até agora mil cópias. Estamos indo para a segunda prensagem.

Por que os temas abordados nas letras são, em geral, adolescentes?

Tavinho: Ah! Porque todos nós somos adolescentes ainda! Menos o Pou. (risos)

Pou: Nem vou comentar, viu Tavinho!

O fato de a banda só possuir uma mulher, e ser a vocalista, foi intencional?

Tavinho: Não. Isso aconteceu por acaso mesmo.

Qual é maior dificuldade para uma banda, nova, ser independente?

Tavinho: Acho que a maior dificuldade é se manter com todos os gastos que se tem.

Pou: Realmente os gastos de uma banda não são baixos. Mas o relacionamento é muito importante. Todos precisam se entender ou pelo menos saber conversar e decidir tudo. Isso é bem complicado. Mas o retorno é muito satisfatório.

Como Engano chegou até as terras européias?

Pou: Há um bom tempo atrás, fizemos um show com o Bambix e entregamos para a Willia uma fita demo que tínhamos na época. Ela levou, ouviu e depois nos convidou para uma coletânea que ela e o selo Vitaminempillen Records estavam trabalhando. Foi muito legal esse convite. O melhor foi saber que ela realmente curtiu a banda. No show que fizemos em Santa Catarina, a Willia cantou vários trechos de nossas músicas. Adorei!

Como funcionam as compilações?

Tavinho: Na maioria das vezes recebemos convites para participar destas compilações que reúnem várias outras bandas. O intuito principal é divulgar as bandas novas que estão surgindo.

Qual foi apresentação mais marcante para os integrantes da banda?

Tavinho: Pra mim, cada show está sendo melhor que o outro.

Pou: De um tempo para cá as apresentações estão cada vez melhores. Eu me surpreendo a cada show. Ver a galera cantando nossas músicas é muito legal. Espero que cada vez melhore mais!

Vocês participaram de muitos festivais?

Pou: Participamos de poucos, em um deles ficamos em segundo lugar. Mas já faz um bom tempo.

Tem algum outro tipo de música que a banda curta cantar?

Tavinho: Acho que a banda canta mesmo o que dá vontade. É claro que em uma apresentação não cantamos qualquer coisa, mas é muito fácil pegar a Mariana e o Paulo cantando Carpenters!

Aquela que seria a primeira fita demo se tornou um CD demo. Vocês vendiam esse trabalho nas apresentações da banda?

Pou: Vendíamos, sim. No começo foi algo comum.

Quais as cidades que a banda vai se apresentar em breve?

Tavinho: Curitiba, Guarulhos, São Paulo e São José do Rio Preto.



Veja mais:


   Disco:  Contando Os Dias
     Ficha técnica, faixas e compositores

 
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