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  Sem lágrimas ou medos

www.tearsforfears.net
A capa do novo CD do Tears for Fears, Everybody Loves A Happy Ending, que será lançado em abril. O álbum marca a estréia do grupo na BMG, após quatro discos pela Universal e um pela Sony
Criadores, no início dos anos 80, de um dos grupos mais populares do pop-rock pós-New Wave, os britânicos Roland Orzabal e Curt Smith anunciaram o retorno da formação original do Tears for Fears 13 anos depois que Smith abandonou o parceiro rumo a projetos solo. A dupla, que durante os anos 80 lançou três discos de muito sucesso, todos pela Universal – The Hurting (83), Songs from The Big Chair (85) e The Seeds of Love (89) – assinou contrato com o selo Arista, da BMG, e planeja lançar um novo álbum em 6 de abril, com o sugestivo título de Everybody Loves A Happy Ending (“todo mundo ama um final feliz”). No site da Arista (www.arista.com), pode-se ouvir o primeiro single, Closest Thing To Heaven, que chegará às rádios no dia 9 de fevereiro. Outra faixa que poderá estar no álbum é Killing with Kindness.
Orzabal e Smith voltaram a compor juntos em 2001, mas seu primeiro encontro em público foi em outubro de 2003, quando cantaram juntos em um Grand Slam beneficente para crianças promovido durante um fim de semana pelo tenista André Agassi, em Las Vegas. Já na segunda-feira, o presidente da Arista, Antonio “L.A.” Reid, anunciou a contratação da dupla e o lançamento de um disco previsto para a primavera européia. A última performance de Orzabal e Smith juntos fora em junho de 1990, também em concerto beneficente, em Knebworth, na Inglaterra.

Dupla começou a carreira tocando ska

Amigos de infância, criados juntos na cidade inglesa de Bath, Roland Orzabal e Curt Smith formaram o Tears for Fears em 1981, após integrarem um grupo de ska intitulado Graduate, que chegou a ter uma música de sucesso mediano nas paradas britânicas, Elvis Should Play Ska. O nome da banda (Lágrimas por Medos) foi retirado dos ensinamentos do filósofo Arthur Janov, cujas teorias sobre o grito primal inspiraram John Lennon a compor músicas como God e Mother.
Combinando um clima etéreo com sonoridades eletrônicas, o Tears for Fears fez muito sucesso no Reino Unido logo com seus primeiros singles, lançados em 82 (Mad World, que ficou em terceiro lugar nas paradas da Grã-Bretanha) e 83 (Change, número 4 nos charts, e a ótima Pale Shelter, número 5). As três músicas integraram o primeiro álbum da banda, The Hurting, lançado ainda em 83 com ótima repercussão.
Dois anos depois, o Tears for Fears lançou o álbum que marcaria definitivamente seu nome como uma das mais importantes bandas do pop mundial. Com mais de 5 milhões de cópias vendidas, Songs from The Big Chair permaneceu por cinco semanas no topo da parada Billboard, ficou 83 semanas na parada americana (onde ganhou disco quíntuplo de platina pela RIAA, associação das grandes gravadoras dos Estados Unidos) e 81 semanas na parada britânica. Isso tudo graças a clássicos como Everybody Wants to Rule The World (número 1 nos Estados Unidos e número 2 no Reino Unido), Shout (nº 1 nos EUA e 4 no Reino Unido) e Head over Heels (nº 3 nos EUA e 12 no Reino Unido).
Após um longo recesso, o grupo voltou em 99 com um single arrebatador, Sowing The Seeds of Love (número 2 nos EUA e 5 no Reino Unido), que mais tarde puxaria as vendas do disco The Seeds of Love, primeiro lugar nas paradas britânicas e oitavo nos charts americanos. O álbum trazia ainda a faixa Woman in Chain, até hoje um hit nas rádios de todo o mundo, que deslanchou a carreira da excelente vocalista Oleta Adams. A cantora trabalhava em um hotel de Kansas quando foi descoberta por Orzabal e Smith, que faziam uma turnê pela cidade.
Em 91, Smith anunciou sua saída do Tears for Fears para uma carreira solo. Em 92, a Universal lançou a coletânea Tears Roll Down, com direito a todos os grandes hits do grupo até então: Sowing The Seeds of Love, Everybody Wants to Rule The World, Woman in Chains, Shout, Head over Heels, Pale Shelter, I Believe e Advice for The Young at Heart, entre outras.
Em 93, enquanto Smith lançava o disco Soul on Board (Universal), Orzabal seguia com o nome original do grupo, colocando nas lojas o álbum Elemental, responsável pelo hit Break It Down Again. Dois anos depois, Orzabal lançou o último álbum do Tears for Fears, Raoul And The Kings of Spain (o único pela Sony), que trazia a faixa God’s Mistake, e também seguiu para a carreira solo. Ele lançou apenas um álbum, Tomcats Screaming Outside, em 2001. Enquanto isso, Smtih havia criado em 98 o grupo Mayfield, com quem gravou um CD auto-intitulado, lançado por seu próprio selo, Zerodisc. Em 2000, Smith lançou ainda Aeroplane (também pela Zerodisc), um EP com seis faixas, entre elas duas releituras acústicas e ao vivo de sua ex-banda, Pale Shelter e Everybody Wants to Rule The Word.
Apesar de tantos projetos, nunca, em todos os anos 90, Orzabal e Smith obtiveram sucesso parecido com o que viveram nos anos 80. Agora, com a reunião da dupla, fica a expectativa se o tempo e as experiências solo apagaram ou não a criatividade que gerou pérolas como Sowing The Seeds of Love, Everybody Wants to Rule The World, Pale Shelter e Advice for The Young at Heart, músicas marcadas eternamente na história do pop mundial. Que venham novos hits.


 
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