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  Do barulho

Arquivo U.M.
O vocalista e guitarrista Marco Homobono no show de lançamento da coletânea Tributo ao Inédito, em setembro. A participação no disco deu mais repercussão ao Djangos e aumentou a agenda de shows de banda

Por Leisa Ribeiro

Uma banda aparentemente simples como qualquer outra, com baixo, guitarra e bateria, sendo que com um diferencial: tocando música orgânica, ou seja, falando do cotidiano, das insatisfações, das ironias e, é claro, das celebrações e da alegria de viver.
Em 1993, Carlyle Diniz (baixo) se juntou a João Aquino (bateria) e a Marco Homobono (vocal e guitarra) e formaram a Djangos. Em 1999, Frank Araújo (guitarra) passou a integrar a banda, que então tornou-se um quarteto. Do inicio de tudo até hoje já se passaram 10 anos. “A concepção do som da banda é nova. Estamos buscando um outro som, diferente de 10 anos atrás. Às vezes sinto que nós somos uma nova banda”, contou João ao Universo Musical.
Para quem não tem idéia do que é Djangos, essa é uma forma ‘aportuguesada’de jungle, que inglês significa selva. “Em princípio, não quer dizer nada, mas numa tradução livre e emotiva você poderia dizer que somos os selvagens”, justificou Marco. “Tanto da selva de pedra, da babilônia como desse subúrbio distante e silvestre que é Jacarepaguá”, completa o vocalista, se referindo a um bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Mas quem é o público da banda carioca? “O público que vai ver nossos shows é variado. Desde amigos e seguidores à galera que gosta de skate, reggae, barulho, rap”, conta Marco, sem esquecer das meninas bonitas usando calça de cintura baixa.
João acha que é muito indelicado rotular as pessoas e estilos e justifica o público como pessoas que gostam de ir a um bom show e se divertir. A Djangos teve uma passagem rápida pela Wea, que foi prejudicada pela troca da diretoria artística, segundo os integrantes. “Confesso que fomos, no mínimo, ausentes no dia-a-dia da gravadora. Tinha que ir lá e pentelhar um pouco, dar idéias, cobrar, mas não fizemos isso”, explica, mas sem querer ficar pensando no que aconteceu. “Agora é bola pra frente e acho que aprendemos com os nossos erros”, finaliza João.
Como prova de que o pior já passou, a banda está animada na preparação do segundo cd. “Começamos a fazer algumas gravações e mixagens e acho que, em breve, teremos boas notícias”, descreve Marco, em alto grau de mistério. A banda conversa muito sobre suas músicas e outras coisas que fazem parte do trabalho, como a pré-produção com o compositor Marcelo Yuka (ex-Rappa), que já fez uma participação em uma das músicas. Há algum tempo a Djangos também participou com duas canções do segundo volume da coletânea Tributo ao Inédito, ganhando maior repercussão na mídia e conseqüentemente mais shows agendados, dentro e fora do Rio de Janeiro.

 
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