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  Dois ídolos adolescentes fazem a festa dos cariocas

O Capital Inicial e o LS Jack são duas bandas que caíram no gosto dos adolescentes. Mas enquanto o grupo do vocalista Dinho Ouro Preto já está em seu 11º disco, Rosas E Vinho Tinto, lançado em 2002...
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Um grupo é de Brasília; o outro, do Rio. Um surgiu nos anos 80; o outro, começou na década de 90. Um está encerrando a turnê de seu 11º disco; o outro, começando a temporada de seu 4º álbum. Um toca nas rádios rock e adultas; o outro, nas emissoras jovens e populares. Um já possui público suficiente para lotar o gigante Claro Hall (antigo ATL Hall); o outro ainda tem que se contentar em levar um bom público ao mediano Canecão.
Mas ambos são grupo de pop-rock que caíram na graça dos adolescentes. O UNIVERSO MUSICAL fez um paralelo dos shows das bandas Capital Inicial e LS Jack que sacudiram os cariocas nos dias 25 e 29 de outubro, respectivamente. O Capital do carismático Dinho Ouro Preto fez o show de encerramento da turnê do bem-sucedido CD Rosas E Vinho Tinto – que foi lançado pela Abril Music e, depois da falência da companhia, foi comprado pela BMG – no sábado, 25, em um Claro Hall lotado por alHa8 mil fãs, em sua maioria adolescentes. Mesmo perfil de público que foi ao Canecão na quarta-feira seguinte conferir a performance do LS Jack do galã Marcus Menna, que estava lançando Tudo Outra Vez.

Capital vence o desafio do inédito

Em 2002, o Capital Inicial venceu o desafio de lançar um disco de músicas inéditas, gravado em estúdio, após o estrondoso sucesso de seu Acústico MTV, de 2000, que alcançou a expressiva marca, ainda mais em tempos de crise, de 1 milhão de cópias vendidas. Rosas E Vinho Tinto não foi sucesso só nas prateleiras das lojas – nada menos que cinco das 14 músicas estouraram nas rádios e na MTV, com seus clipes. O principal sucesso foi Quatro Vezes Você, bem no estilo pittyano “seja você mesmo que seja bizarro”, o que reafirmou a penetração do grupo junto ao público adolescente, já evidente em uma das músicas inéditas de Acústico MTV, Natasha.
Outras faixas que se tornaram hits foram A Sua Maneira (versão de De Musica Ligeira, de Cerati e Bosio, bem inferior à que os Paralamas fizeram no disco 9 Luas, de 96), Algum Dia, Mais e Olhos Vermelhos, atual música de trabalhos nas rádios roqueiras (e também nas ditas de estilo “adulto contemporâneo, onde quase todo o Acústico MTV ainda toca), depois de
... O do cantor Marcus Menna acaba de lançar seu 4º álbum, Tudo Outra Vez
entrar para a trilha do filme “Dom”.
Apesar de Sem Radar, primeira faixa de Tudo Outra Vez, estar tocando razoavelmente bem nas rádios, ainda está muito cedo para dizer se o LS Jack conseguirá repetir o sucesso de Carla, uma das músicas mais tocadas nas rádios – principalmente nas jovens e nas populares, já que as principais emissoras roqueiras do Rio e de São Paulo não tocam as músicas da banda por considerá-las “pop demais” – no ano passado.
O sucesso trouxe aspectos positivos e negativos para Marcus Menna e cia. A execução maciça da música fez o LS Jack alcançar seu primeiro disco de ouro, principal objetivo do quinteto – formado ainda por Vitor Queiroz (baixo), Sérgio Morel (guitarra), Sérgio Ferreira (guitarra) e Bicudo (bateria) – ao lançar Vibe ano passado. Por outro lado, acabou ofuscando as demais faixas, e o restante do disco, que era muito bom, acabou não tocando. Até mesmo a segunda música de trabalho, A Carta, teve execução bem mais modesta que Carla.
Mas, no fim das contas, o LS Jack, que vinha de um disco muito mal-sucedido, Olho por Olho, Gente por Gente – no qual equivocadamente investiu em um rock mais pesado, após o pop de seu primeiro disco, auto-intitulado, ter obtido boa repercussão, principalmente por causa da exposição no programa “Planeta Xuxa” – acabou encontrando seu som. Tudo Outra Vez pode até ser chamado de Vibe 2, já que suas 13 faixas têm sonoridade bastante semelhante ao disco anterior, que era calcado em baladas pop-folk. Em entrevista ao U.M., o vocalista Marcus Menna inicialmente negou a semelhança, mas no final acabou se rendendo ao óbvio.
Tudo Outra Vez é uma evolução de Vibe. Agora tivemos mais tempo para trabalhar as letras, que estão mais amadurecidas, e colocamos mais guitarras. Mas Vibe foi o disco onde encontramos o nosso som. Ainda não é o momento de o LS Jack dar uma guinada na carreira, como fez o Skank. Até pode chamar de Vibe 2 que não será pejorativo”, disse ele, com razão. Mas, pelo que mostrou no Claro Hall, o Capital, como o Skank, já tem público e bagagem suficiente para evoluir em seu próximo disco, que será lançado no primeiro trimestre do ano que vem. É esperar.


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