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  Alanis faz o show do ano no Rio

Alanis Morissette empolgou milhares de cariocas com sucessos como Thank You e You Oughta Know
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Se a apresentação de Alanis Morissette no Brasília Music Festival, ofuscada pelo show memorável do Capital Inicial, foi morna, no Rio a cantora canadense foi à forra. Cerca de 8.000 pessoas, de todos os cantos da cidade, de outros municípios e de até de outros estados encararam o salgado preço de R$ 90 reais (valor da pista, o mais barato) e lotaram o ATL Hall no dia 27 de setembro para ver Alanis interpretando seus maiores sucessos.
Mas o show não se resumiu aos hits da curta porém bem-sucedida carreira discográfica de Alanis, que, embora tenha gravado álbuns independentes no início dos anos 90, estourou mesmo com seu primeiro CD pela multinacional Warner, o multiplatinado Jagged Little Pill, de 1995 (de onde saíram, entre outros, You Oughta Know, Hand in My Pocket, You Learn e Head over Feet). O repertório foi calcado basicamente no mais recente trabalho da cantora, o DVD Feast on Scraps, que traz sucessos de Jagged Little Pill, Supposed Former Infatuation Junkie (98), MTV Unplugged (99) e Under Rug Swept (2002) e um CD com oito faixas inéditas.
Dessas, apenas uma foi mostrada: Offer, já no segundo bis. De novidade, havia ainda duas músicas que estarão no próximo disco de Alanis: Eight Easy Steps e This Grudge. Aos 29 anos, é a terceira vez que a cantora aparece no Brasil (as outras foram em 96 e 99). Desta vez, ela, que toca guitarra e gaita, veio acompanhada dos músicos Eric Avery (baixo), Joel Shearer e Nick Lashley (guitarras), Jamie Muhoberac (teclados) e Gary Novak (bateria).

Momentos de histeria

De cabelos curtos, cortados após 15 anos de longas madeixas, Alanis pisou no palco do ATL Hall com apenas 15 minutos de atraso, cantando All I Really Want, música que também abria Jagged Little Pill. O ritmo frenético da cantora, andando de um lado a outro do palco (e dificultando a vida dos fotógrafos), mostrava o que seria o clima da noite: muita empolgação, tanto por parte de uma inspirada Alanis quanto do público, que pulou, vibrou, cantou e berrou, provocando até alguns momentos de histeria.
A seguir, uma canção de seu último trabalho de estúdio, Under Rug Swept, 21 Things I Want in A Lover. Já que Jagged Little Pill é o trabalho mais popular de Alanis, natural que ela privilegiasse as músicas do disco. Assim, a terceira e a quarta músicas foram extraídas daquele álbum: Right Through You e Hand in My Pocket, esta última com solo de gaita da canadense e cantada a altos brados pela platéia.
Depois da inédita Eight Easy Steps, mais um sucesso, este recente: a bonita Hands Clean. O álbum Supposed Former Infatuation Junkie só foi lembrado na sétima canção do show, a agitada Sympathetic Character.
O clima abrandou na canção seguinte, This Grudge, outra inédita, só com o acompanhamento do tecladista Muhoberac. E, depois de uma música desconhecida, nada melhor que um mega-hit como Head over Feet, com Alanis ao violão, para pôr o ATL Hall abaixo.
Após So Unsexy, mais uma vez Alanis botou os cariocas para cantar, primeiro na revoltada You Oughta Know, depois na depressiva Uninvited. “Vocês foram fantásticos essa noite. Esta canção é pra vocês”, disse a cantora, antes de lembrar o sucesso You Learn, quando fez sinal de que jogava o coração para a platéia e correu em volta do palco com os produtores, dando até a impressão de que haviam invadido o palco.
Fim de show? Que nada. Rapidinho Alanis voltou para cantar Surrending e encerrar de novo com o sucesso Ironic, em que deixou os vocais para a multidão. Mais uma vez ela saiu do palco, e mais uma vez voltou. No segundo bis, a balada Offer – na qual o ATL Hall inteiro bateu palmas, mesmo sem a cantora pedir e mesmo sendo uma música lenta – e, para desta vez sim encerrar, Thank You, para delírio geral. Com uma platéia dessas, Alanis só tinha mesmo a agradecer. Um ótimo show, o melhor ano até aqui.


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