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  Narjara sem Tureta

Divulgação
A banda Narjara nega que tenha sido processada por sua musa, a atriz Narjara Tureta. “O advogado dela nos ligou ameaçando, mas não chegou a encaminhar”, diz o vocalista Rodrigo Quik

Por Leisa Ribeiro


Em 1997, duas bandas invadiram as universidades do Rio de Janeiro, mas esse sucesso não durou muito e logo elas se desfizeram. Hoje, eis que surge Narjara, uma banda carioca que promete muito sucesso.
Em 2000, alguns dos ex-integrantes das bandas Suínos Tesudos e Calvins se encontraram e resolveram montar uma nova banda que ganhou o nome de Narjara Turena, mas que por problemas de direitos autorais ficou apenas com o nome Narjara. A banda já está tocando nas rádios do Rio e de São Paulo, enquanto os shows começam a pipocar entre uma cidade e outra.
Batemos um papo com o vocalista Rodrigo Quik – que forma a banda ao lado de Maila Kaarina (violino, teclado e voz), Márcio Meirelles (guitarra e trompete), Leonardo Guimarães (baixo), Sandro Segalote (Guitarra e voz), Gustavo Krebs (bateria) – para se integrar com o que acontece no mundo da música.


Qual o estilo de música que a banda toca?

Rock, mas com incursões de instrumentos nada convencionais para o mundo do rock. Tem violino, trompete e até panelas. As referências são músicas eruditas com um pouco de jazz, um toque de Legião Urbana e blues. Não dá para definir a Narjara.


É verdade que a Narjara Tureta chegou a processar vocês? (para quem não se lembra da atriz, ela fez a personagem que era filha da Regina Duarte no seriado Malu Mulher na década de 80)

Não. O advogado dela nos ligou ameaçando, mas não chegou a encaminhar. Não sei se foi pelo estardalhaço que fizemos na época ou se foi por falta de provas, até porque não usamos o nome dela para nada, definitivamente.


Pelo que parece a música seria uma homenagem a ela, ou não? Porque ela continua sumida até hoje...

Acabou que não fizemos a homenagem a ela por conta dessa tentativa de processo. Então não compusemos a música. Acho que ela deu mole, pois era realmente uma homenagem que foi levada para o lado da chacota, e definitivamente não era essa a intenção.


Como tem sido a reação do público no que diz respeito à mistura dos ritmos da banda?

Tem sido melhor do que esperado. As pessoas têm entendido e gostado. O grande lance da mistura com a cara do rock na frente é que quem ouve consegue diferenciar cada faixa do CD e se sente representado em muitas delas. E isso é bem legal.


Qual o pior e o melhor momento da banda? Em algum momento pensaram em desistir?

Desde o início demos um prazo para a coisa vingar. Ainda estamos nele, por isso não passamos por momentos ruins. Pelo menos por enquanto. O melhor foi o lançamento do primeiro CD independente, em setembro do ano passado. A partir desse dia as coisas começaram a acontecer.


A banda já tocou com grandes nomes da música brasileira?

Já abrimos vários shows de gente famosa como o Vinny, o Rappa, o Planet, De Falla, Skank. Até nos shows de Marlon e Maicon e Razão Brasileira, que não têm nada a ver conosco, já tocamos.


Qual é a musica de trabalho do CD da banda?

Existem três faixas de trabalho: Amor À Primeira Vista, que é mais romântica e popular; Fada Nua, que é quase um punk rock próximo ao que chamam de emo; e Tenho Medo, que é mais experimental e toca em programas específicos de rádio. Mas, como é um CD independente, deixamos mais para os programadores escolherem do que indicamos.


Qual a importância para uma banda que está começando participar de um festival de música?

O Ruído Festival (2002) e todos os festivais que participamos têm como objetivo dar projeção à banda, e nesse sentido foi muito bom. Diversos meios de comunicação nos destacaram como tendo sido um dos melhores shows dos dois dias e certamente renderá frutos.


Vocês estão fazendo show pelo Brasil todo?

Fizemos só Rio e Minas. Em breve voltaremos, e também iremos até o Espírito Santo e ao Sul do país. Mas nossa energia está concentrada na participação em pelo menos três festivais nacionais, para começarmos a ficar conhecidos nacionalmente. Depois que isso acontece, muita coisa começa a melhorar.


Na opinião de vocês, ainda existe um preconceito com as bandas de rock? Por exemplo, as pessoas se recusarem a ouvir só porque é rock?
É, o preconceito diminuiu bastante, até porque o mercado fonográfico tem visto o rock como uma das saídas para a crise na indústria. Mas acho que falta mais uma massificação do rock do que uma mudança repentina do gosto das pessoas para esse tipo de música. Se as rádios tocarem rock como tocam os outros estilos, ele acaba pegando, virando moda e caindo no gosto do público.

Vocês têm uma parceria com as bandas Autoramas e Penélope?

Nós fizemos essa parceria numa pequena turnê no ano passado, que já acabou. Mas somos amigos e continuamos fazendo coisas juntas, principalmente o Narjara com o Autoramas.


 
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