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  Alexandre Pires e SPC: nomes à frente de seus tempos

Divulgação
Em vez de abandonar a esmo o SPC, Alexandre Pires foi, aos poucos, colocando seu irmão Fernando nos vocais. Hoje o grupo já é sucesso andando sozinho, enquanto Alexandre faz fama na América Latina
Assim como muitos grupos de pagode se formaram no início e ao longo dos anos 90, muitos deles se desfizeram no fim da década. A causa, muitas vezes, foi o desinteresse do público, cansado de todo aquele estilo fake – músicas que confundiam romantismo com pieguice, coreografias fabricadas, roupas espalhafatosas etc. – construído por gravadoras e empresários. Em outras, foi a decisão do vocalista de abandonar o grupo para seguir carreira solo, seja por briga com os demais companheiros ou por simples vaidade. Na maioria das vezes, no entanto, o destino do cantor acabou sendo o mesmo do grupo: o ostracismo.
Alexandre Pires e o Só pra Contrariar foram dos poucos que conseguiram subverter essa lógica do mercado. Em vez de abandonar a esmo o grupo, o cantor mineirinho foi preparando o terreno para seu irmão Fernando Pires, que, de baterista do SPC, foi passando aos poucos a vocalista. Em 2001, Alexandre lançou seu primeiro CD solo, É por Amor (versão nacional de Alexandre Pires, disco lançado antes para o mercado latino), que no Brasil e no exterior estourou a faixa Usted Se Me Llevó La Vida (aqui, tema da novela “Porto dos Milagres”), além de emplacar três músicas no Top Ten da parada latina da revista americana “Billboard”. Era o início de uma consolidada carreira internacional, especialmente na América Latina e nas comunidades de língua espanhola dos Estados Unidos, marcada principalmente – talvez aí esteja o grande mérito do cantor – por um pop romântico de linguagem internacional, bem distante do pagode que consagrou sua ex-banda.
Mas, em seus 10 anos de carreira, o Só pra Contrariar fez muito mais do que um pagode romântico rasteiro e babado, como a grande maioria de seus contemporâneos. O grupo sempre misturou às suas baladas o chamado samba de raiz, pop, música regional e MPB. Uma prova disso está no CD Acústico, de 2002, o último com Alexandre à frente dos vocais do SPC. No disco, o cantor divide o microfone com os emepebistas Caetano Veloso e Gilberto Gil – fãs declarados de Alexandre, que já também já cantou com Jorge Benjor, Jamelão, Alcione e Roberto Carlos. Músicas como Mineirinho, Domingo, Sai da Minha Aba (Bicão), A Barata e Depois do Prazer (sucesso recentemente com Alcione) mostram que o SPC sempre esteve à frente de sua geração.
Confira nos links a seguir uma análise dos novos CDs de Alexandre Pires, Estrela Guia, e SPC, Produto Nacional, ambos lançados pela BMG.



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   Disco:  Estrela Guia e Produto Nacional
     Ficha técnica, faixas e compositores

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