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  Joe Satriani divulga novo disco em shows no Brasil

Joe Satriani (à esq.), Bissonette Mutt e Eric Caudiex, com o baterista Jeff Campitelli ao fundo. Satriani fez um show impecável no ATL Hall, empolgando o público com seu rock instrumental
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A voz só foi ouvida nos poucos “thank you” e “obrigados”. De qualquer forma, era totalmente dispensável. O guitarrista americano Joe Satriani fez uma apresentação memorável no ATL Hall, no dia 4 de abril, dentro do projeto Visa Sounds, empolgando o grande público presente à casa carioca com seu rock instrumental. Três anos depois de sua estréia em palcos brasileiros, Satriani – que também tocou em São Paulo, no dia 3, no Credicard Hall – voltou ao país para divulgar seu 14º álbum, Strange Beautiful Music (Sony), lançado em agosto de 2002. A turnê já passou por Roma, Paris, Londres, Berlim e Estados Unidos, e agora segue para o restante da América do Sul e o México.
Acompanhado por Jeff Campitelli (bateria), Bissonette Mutt (baixo) e Eric Caudiex (guitarra base e teclados), Satriani fez um show impecável, misturando músicas do novo disco a sucessos como Always with Me, Always with You, Surfing with The Alien e Summer Song. Sempre de bom humor, o músico trocou de guitarra várias vezes, brincou com o instrumento, invertendo as mãos na hora de tocar, e comandou o público durante as duas horas de espetáculo, puxando palmas, jogando palhetas (várias a cada música) e puxando coros. O delírio foi total.
“Já fui a quatro shows dele quando morei nos Estados Unidos, e este foi o que ele estava mais empolgado”, disse o bluesman Big Joe Manfra, que aproveitou o show para aperfeiçoar suas habilidades na guitarra. “São poucos os shows bons no Brasil, e neles a gente sempre tem alguma coisa a aprender”.
Satriani só não foi o foco das atenções quando saiu do palco e deixou o baixista Bissonette Mutt fazer seu show particular, acompanhado somente pela bateria. E ele mostrou que um dos melhores guitarristas do mundo precisa ter uma banda à altura: levou brilhantemente uma música recheada de solos à lá Satriani, improvisando até um samba e fazendo a tradicional média dos americanos quando vêm ao Brasil: tocar alguns acordes de Garota de Ipanema.
Diego Martins, de 18 anos, não sabia a quem elogiar mais. “O Joe domina a guitarra. E ele abre espaço para os outros músicos, que também são muito bons”, disse ele.

Turnê é retrospectiva da carreira

Na atual turnê, Joe Satriani faz um retrospecto de sua carreira, deixando de fora apenas seu primeiro disco, Not of This Earth, de 1986. O álbum mais representado no show do ATL Hall foi o de maior sucesso comercial do guitarrista, Surfing with The Alien, de 87, que recebeu disco de platina. Dele foram tocadas cinco canções: Crushing Day, Satch Boogie, Midnight, Always with Me, Always with You e a faixa-título. Do novo CD, Strange Beautiful Music, foram quatro: Mind Storm, Seven String, Starry Night e Oriental Melody.
Descendo a escada vieram The Extremist, de 92, com três músicas tocadas (Summer Song, Why e Friends); Flying in A Blue Dream, de 89, e Crystal Planet, de 98, com duas cada (Mystical Potato Head Groove Thing e Flying in A Blue Dream, do primeiro, e Ceremony e Raspberry Jam, do segundo), e, com uma música, Dreaming #11, de 88 (Crush of Love), Time Machine, de 93 (Time Machine), Joe Satriani, de 95 (Cool #9) e Engines of Creation, de 2000 (Devil’s Slide).
O show começou com Flying in A Blue Dream e terminou com Raspeberry Jam. No bis exigido pelo público vieram Always with Me, Always with You, maior sucesso do guitarrista, e Friends. Empolgado com a boa recepção dos cariocas, Joe Satriani prometeu que esta não será sua última passagem pelo país. “Eu voltarei, Rio, prometo”, disse ele.
Ao final, um grupo de amigos de Brasília, que foi ao Rio só para ver o show, não continha a euforia. “Ele não tocou Crystal Planet e Chords of Life, mas tudo bem, o show foi massa”, disse Carlos Reis, de 19 anos. Luis Felipe, de 20, não tinha palavras para descrever o que viu e ouviu. “Não tem o que dizer. Ele é o cara”.
Vitor Alves concordou. “Faltam palavras para descrever. Foi muito mais que eu esperava.” Mas foi Marcus Valls, de 19, que resumiu melhor o clima da noite, ao falar das aventuras do grupo para chegar ao Rio. “Viemos apertados em uma van escolar. Foi o maior sofrimento para chegar aqui, mas compensou.”


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