Busca

O UNIVERSO MUSICAL
Quem Somos
Expediente
Cadastro
Publicidade
Fale Conosco
LINKS EXTERNOS
Blog
Universo Produções
Site Marcos Bin
Orkut
MySpace
Enquete
Você é a favor do ensino obrigatório de música nas escolas, como defendem alguns artistas? Acesse nosso blog e dê sua opinião!
  Grupo homenageia São Paulo

Rio e São Paulo no palco do Olimpo. Bira (2º à dir.), do Fundo de Quintal, canta com os Demônios da Garoa a indefectível Trem das Onze
Galeria de fotos
O clima no Olimpo era de nostalgia – a todo momento o Cacique de Ramos era citado, seja no discurso dos sambistas ou em músicas como Caciqueando, com Beth Carvalho, ou Doce Refúgio, com Luiz Carlos da Vila. Aliás, quando Luiz Carlos entrou no palco, as cortinas se abriram e apareceu um enorme painel com o símbolo do Cacique, a exemplo do que fizera Dudu Nobre – “filho” e principal sucessor daquela geração – na gravação de seu CD e DVD ao vivo, em janeiro. O ponto alto do show foi logo na segunda música, Eu Não Quero Mais, na qual o Fundo de Quintal dividiu o palco com Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Arlindo Cruz e Sombrinha. Já Dona Ivone Lara emocionou em Tendência, enquanto Dudu Nobre teve que regravar três vezes seu sucesso Levada Desse Tantã (em pot-pourri com A Batucada dos Nossos Tantãs). “Pô, como posso errar minha própria música?”, brincou Dudu. O Fundo de Quintal relembrou sua origem, mas não renegou seu presente. O grupo convocou os Demônios da Garoa para, juntos, recordarem a indefectível Trem das Onze. “O Fundo de Quintal recebe muito carinho no Estado de São Paulo. Chamamos aqui aqueles que melhor podem representar o samba de lá”, disse Bira, para delírio de alguns paulistas que, sorteados em uma promoção de rádio, foram ao Rio assistir à gravação. Depois de terminar o show com seu próprio hino, Do Fundo do Nosso Quintal (em pot-pourri com Seja Sambista Também), o grupo ainda improvisou Ó Irene e Cantei pra Distrair/Cadê Ioiô, a pedidos do público. Se fosse pela platéia, o show, que terminou às 3h, ia até às 5h ou 6h, como nas rodas do Cacique. Mas Mário Serghio teve que pedir para a galera se conter. “Gente, chega, estamos aqui desde as duas da tarde ensaiando”, disse ele, dando sinais de exaustão. Mas não tem problema. Quem quiser mais Fundo de Quintal, o grupo está se apresentando todos os domingos na quadra do Cacique de Ramos, às 15h, com portões abertos. É só atender aos pedidos de Bira, sambar até o sol raiar e deixar o clima de nostalgia rolar solto. “O início disso tudo que você estão vendo hoje é o Cacique de Ramos. De lá saíram os grandes nomes da música brasileira. No carnaval, e também depois, vamos todos brincar no Cacique. A casa é de todos nós.”


Veja mais:


  Só faltou Martinho
  Confira o repertório gravado pelo Fundo de Quintal






Matérias relacionadas:

  DVD conta a história do Fundo de Quintal e do Cacique de Ramos


Resenhas relacionadas:

  Ao Vivo Convida
 
Graça Music anuncia novidades à imprensa

Grupo Toque no Altar nos Estados Unidos

Metade do Pink Floyd em disco ao vivo de David Gilmour

Oasis mantém o (bom) padrão com Dig Out Your Soul
 
Confira outras matérias
desta seção
 

 

       

 
 
Copyright 2002-2008 | Universo Musical.
É proibida a reprodução deste conteúdo sem autorização escrita ou citação da fonte.
 
Efrata Music Editora Marcos Goes Marcelo Nascimento Dupla Os Levitas Universo Produções