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  Entrevista com Maurício Soares: “não temos interesse em guardar no armário produtos, artistas e canções que interessam ao nosso público”

Dos 11 artistas da série Seleção de Ouro, apenas três continuam na Line. Maurício Soares acredita que alguns deles possam voltar. “Temos buscado manter a gravadora sempre aberta ao retorno dos antigos contratados”, afirma

Por Marcos Paulo Bin
20/08/2004

Confira a entrevista com o diretor comercial da Line Records, Maurício Soares, que adianta ao UNIVERSO MUSICAL o lançamento de novas coletâneas da série Seleção de Ouro, incluindo um disco do grupo Som Maior.

Qual foi o objetivo da Line ao lançar a série Seleção de Ouro?

A idéia principal é resgatar os grandes sucessos de alguns dos principais artistas de nosso cast atual ou que já fizeram parte de nossa gravadora. Não há nenhum ineditismo nisso. Existem vários projetos semelhantes a este em outras gravadoras populares. Entre as evangélicas, a Line é a pioneira. Outra característica deste projeto é oferecer o menor preço ao consumidor final.

Todas as músicas foram lançadas em discos da Line?

Não. Solicitamos fonogramas de outras gravadoras e às vezes do próprio artista em produções independentes. No caso dos CDs temáticos, trabalhamos com muitos fonogramas de terceiros.

Os encartes do projeto deixam a desejar, não dando muitas informações. Por quê?

Como a idéia é de cortar ao máximo os custos de produção para baratear o produto na ponta, estes CDs acabam fugindo ao nosso padrão de encartes. Estamos promovendo uma revisão geral em todos os produtos para acertar possíveis falhas.

Dos 11 artistas hoje contemplados pela coletânea, quem continua na companhia?

Gerson Cardozo, Edilson Maia e Leonor.

Algum artista da série deixou marcas profundas na companhia – fez amizades, foi um grande vendedor, saiu deixando boas impressões – e poderia voltar? Sérgio Lopes declarou que, se dependesse dele, nunca teria saído da Line...

Todo rompimento de uma relação gera um certo desconforto, isso é inevitável. Mas quando o processo é conduzido de uma forma profissional e transparente, por ambas as partes, não ficam mágoas e a possibilidade de novos contratos é real. Temos buscado manter a gravadora sempre aberta ao retorno dos antigos contratados. Prova disso é que constantemente estes ex-Line, como Marquinhos Gomes, Cristina Mel, Melissa, entre outros, têm participado de nossos eventos e do programa “Gospel Line”. Quanto ao Sérgio Lopes, as portas permanecem abertas, ressaltando que a Line Records prima pela ética e transparência, respeitando todos os prazos de contratos e, principalmente, o relacionamento com as outras gravadoras do segmento.

Uma curiosidade dos discos é que alguns deles, como o do próprio Sérgio Lopes, não são “recheados” de sucessos – há uma mistura de músicas conhecidas com outras “lado-B”. Isso foi proposital?

O repertório é extremamente analisado e acabamos “encontrando” canções que na sua época de lançamento não foram tão trabalhadas e que têm muita qualidade. Vamos pensar que isto seria uma segunda tentativa de apresentação da música ao público.

Como tem sido a aceitação, em termos de venda?

Excelente. Lançamos inicialmente dez títulos e depois outros oito novos produtos. No mês de setembro vamos lançar mais 12 a 14 títulos. Temos produtos com vendas superiores a 60 mil cópias. No total, o projeto já vendeu mais de 350 mil cópias.

Outros nomes virão na Seleção de Ouro?

Sim. Vamos lançar em setembro, durante a Expocristã, os segundos volumes de Gerson Cardozo, Marco Aurélio, Melissa e Cristina Mel. Também os CDs de Waldeci Aguiar, Som Maior – somente com gravações originais dos sucessos dos anos 70 e 80 – Ivanilson, Marcelo Brayner, Marcelo Crivella e Adilson Silva, entre outros.

Qual a importância para vocês – e para o mercado em geral, nesses tempos de crise – de explorar o catálogo?

Como no mercado gospel os produtos têm muito maior tempo de “vida”, naturalmente os produtos de catálogo têm boa procura. Além disso, a Line tem grandes produtos de grandes nomes e continua trabalhando os produtos independentemente de o artista estar ou não no cast da gravadora.

O catálogo da Line é muito extenso? Vocês pensam em continuar explorando esse acervo, através de outras coletâneas?

Temos atualmente cerca de 200 produtos em catálogo. Periodicamente temos lançado coletâneas para explorar mais os fonogramas que temos em nosso catálogo. Não temos interesse em guardar no armário produtos, artistas e canções que interessam ao nosso público.


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  Sucesso de vendas, coletânea da Line ganhará segundo volume, incluindo disco do grupo Som Maior


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